quinta-feira, 23 de julho de 2026

E comeram os filhos de Israel maná quarenta anos, até que entraram em terra habitada. Êxodo 16:35

Suplemento alimentar


A jornada do povo de Israel pelo deserto, do Egito até Canaã, durou quarenta anos. Durante esse longo período, Deus os sustentou de maneira sobrenatural com o maná do céu. Todas as manhãs, esse “pão do céu” (Salmo 105:40) aparecia fresco no chão e precisava ser recolhido para suprir as necessidades diárias. Em todas as refeições, havia sempre o mesmo para comer.


Quem hoje tem uma alimentação desequilibrada, mais cedo ou mais tarde adoece, a menos que tome suplementos alimentares. As prateleiras dos supermercados estão repletas deles: vitaminas, óleos, oligoelementos... — há algo disponível para cada necessidade. Os israelitas no deserto não precisavam disso, pois o maná continha, evidentemente, tudo o que o corpo necessitava — Deus cuidou disso.


O maná é um tipo do Senhor Jesus. Ele diz a respeito de si mesmo: “O pão de Deus é aquele que desce do céu e dá vida ao mundo” (João 6: 33). E Ele explica ainda que não apenas dá a vida, mas também a mantém, à medida que nos “alimentamos” Dele. Não se trata aqui de nossa vida natural, mas de nossa vida espiritual.


Alimentar-se de Cristo é, portanto, uma imagem que representa o fato de o crente se dedicar diariamente a Cristo por meio da leitura da Bíblia. Para permanecermos espiritualmente fortes e saudáveis, não precisamos de nada além da verdade bíblica, que tem Cristo como centro. E isso não é uma alimentação desequilibrada!


Já nos primórdios da história do cristianismo, tentou-se introduzir “suplementos espirituais” — e até hoje nada mudou nesse sentido. Os colossenses são expressamente advertidos a não se envolverem com ensinamentos cujo conteúdo não seja Cristo. Isso inclui pensamentos filosóficos ou correntes judaicas, assim como visões e práticas ascéticas (Colossenses 2:8-23). Somente Cristo é o alimento saudável para nossa alma.


Leitura bíblica diária: 

📖Josué 2:14-24; 

📖1 Coríntios 1:18-31

 

quarta-feira, 22 de julho de 2026

E o rei me disse: Que me pedes agora? Então, orei ao Deus dos céus. Neemias 2:4

 A única opção


Não se pode falar de ações precipitadas no caso de Neemias: ele já havia esperado pacientemente por quatro meses. Como ele gostaria de reconstruir o muro derrubado em Jerusalém! Esperar — essa é uma virtude que poucos realmente dominam. Quantas vezes nos perguntamos, impacientes: “Quando minha situação vai mudar? Quando uma porta se abrirá? Quando Deus finalmente intervirá?” Às vezes pensamos que esperar é algo passivo — um mero “ficar sentado sem fazer nada”. Mas não precisa ser assim. O relato bíblico nos capítulos 14, versículo 11, e 2, versículo 4, mostra-nos o que Neemias fez durante seu tempo de espera: ele não ficou ocioso, mas orou! Doze vezes lemos no Livro de Neemias que Neemias orou — ele era um homem de oração.


Embora Neemias estivesse a serviço diante do trono do rei Artaxerxes, ele costumava levar suas verdadeiras preocupações diante do trono de Deus. Nunca antes ele havia dado a impressão de estar triste na presença do rei Artaxerxes, mas naquele dia Artaxerxes percebeu que algo o angustia. Neemias se assustou, pois era perigoso comparecer diante do soberano com o rosto triste (v. 1-3).


Lá estava ele, então, com o coração partido diante do rei, porque a cidade de Jerusalém estava em ruínas. O que ele deveria fazer? Enquanto o rei observava seu rosto, o Deus do céu olhava para o seu coração — assim como Ele faz conosco. Ainda antes de responder ao rei, Neemias levou sua angústia diante de um trono superior. Em oração silenciosa, ele entrou com franqueza na sala do trono do Deus Todo-Poderoso e lançou sua preocupação sobre Ele — e encontrou “graça para socorro oportuno” (Hebreus 4:16).


A oração não é a última opção — é a única opção. E sempre a melhor escolha. Sigamos o exemplo de Neemias: dirijamo-nos sempre ao trono da graça.


Leitura bíblica diária: 

📖 Josué 2:1-13; 

📖 1 Coríntios 1:10-17

terça-feira, 21 de julho de 2026

Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem não ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue? E como pregarão, se não forem enviados? Romanos 10:14-15

 Uma responsabilidade bem diante de nós


Você e eu somos “enviados”? Estou convencido disso! Talvez não como evangelistas no sentido clássico, mas sim chamados a transmitir e apoiar o Evangelho — por escrito, verbalmente, com ações concretas, financeiramente ou por meio de um testemunho de vida. Pois todo aquele que crê em Jesus Cristo deve também ser uma testemunha Dele, ali onde Deus o colocou. Apenas poucos são enviados pelo Senhor para um campo missionário distante. Para todos os demais, o campo de atuação está bem à sua porta. Há tantas pessoas que não sabem o que significam termos como “Bíblia” ou “Jesus”. E nunca ninguém lhes explicou que precisam se converter. Essas pessoas não vivem a milhares de quilômetros de distância; elas estão em nossa vizinhança, em nossa vila, em nossa cidade, em nosso país.


Outros, por sua vez, acreditam que, por terem sido batizados, são automaticamente cristãos. Quem lhes diz que precisam nascer de novo? Da maneira como estão, “não verão o Reino de Deus”, muito menos entrarão nele (João 3:3).


Um versículo do profeta Ezequiel transmite uma mensagem séria. Mesmo que seja de uma época diferente, ele apela ao nosso senso de responsabilidade: “Se eu disser ao ímpio: Ó ímpio, certamente morrerás; e tu não falares, para desviar o ímpio do seu caminho, morrerá esse ímpio na sua iniqüidade, mas o seu sangue eu o demandarei da tua mão” (Ezequiel 33:8).


Cada filho de Deus recebeu seu dom especial da graça — mas não temos todos a tarefa de ser testemunhas? Não nos resta muito tempo! Aproveitemo-lo!


Leitura bíblica diária: Josué 1:1-18 – 1 Coríntios 1:1-9

segunda-feira, 20 de julho de 2026

Agora, pois, Senhor, que espero eu? Salmo 39:8

 Em que confio?


Já escrevi minhas reflexões sobre essa questão:


* Coloco minha confiança e minha esperança na minha saúde, na minha força e na minha boa aparência. Não aparento minha idade; pratico esportes regularmente; sinto-me bem.


* O dinheiro também é importante: entendo de ações e títulos; aproveito as vantagens dos seguros de vida e dos investimentos — e meus rendimentos de juros não são poucos.


* Sou muito feliz com minha esposa: ela é enérgica, carinhosa, bem-humorada e charmosa. Gosto de sair com ela; nos entendemos e nos amamos.


* Também gosto de me mostrar com meus filhos: eles são bem-educados, frequentam regularmente as reuniões da comunidade e estão se desenvolvendo maravilhosamente, tanto na escola quanto na vida profissional.


* Nossa casa e nosso jardim: de bom gosto, bem cuidados, sem exageros — aqui desejo passar ainda muitas horas agradáveis.


* Gosto de participar das reuniões dos cremtes e aprecio muito as pregações. Estamos ligados a muitos queridos irmãos na fé — e seu número cresce.


* Consegui muitas coisas na minha vida — e ainda tenho planos para muitas outras. Que continue assim: estou feliz e satisfeito.


“Senhor, quando leio esses pensamentos, sinto-me um pouco desconfortável. Acredito que o Senhor queira ouvir algo bem diferente de mim! — O Senhor quer se tornar grande para mim! E agora estou atrapalhando o Senhor com meus pensamentos. Por favor, ajude-me a aprender: ‘Em ti, Senhor, espero.’ — Sim, ajude-me a que minha vida demonstre: ‘A minha esperança está em ti’ (Salmo 38: 15; 39: 8).


Leitura bíblica diária: 

📖Levítico 27: 16 - 34; 

📖Salmo 72: 15 - 20

domingo, 19 de julho de 2026

O SENHOR, teu Deus, está no meio de ti, poderoso para te salvar; ele se deleitará em ti com alegria; calar-se-á por seu amor, regozijar-se-á em ti com júbilo. Sofonias 3:17

 Calar-se por amor, regozijar-se com júbilo


O profeta Sofonias fala aqui da alegria do Messias quando Israel, no futuro, se converter a Ele. Ele se alegrará quando eles O reconhecerem — Jesus, a quem crucificaram naquela época — como seu Messias no Reino de Mil Anos. Então, Ele será o rei deles e o “Senhor no meio deles” (v. 15). Nessa época, também se cumprirá a imagem do Salmo 126:6: “Voltará, sem dúvida, com alegria, trazendo consigo os seus molhos.” Sim, Ele se deleitará com o fato de que sua noiva terrena finalmente retribui seu amor.


Embora o versículo do dia se refira, em primeiro lugar, ao povo de Israel, ele aponta de maneira maravilhosa quais são os sentimentos que Cristo nutre por sua igreja, sua noiva celestial. Por ela, Ele se entregou por amor (Efésios 5: 25). Vemos isso na parábola do rico mercador (Mateus 13: 45-46), que vende tudo o que possui para adquirir “uma pérola de grande valor”. Embora não nos seja relatado o que ele faz com a pérola, sabemos, por outras passagens bíblicas, que futuro glorioso aguarda a igreja: Cristo logo a levará para junto de Si no céu; é por isso que Ele espera com grande anseio.


Quando a Igreja, Sua noiva celestial, habitar para sempre na casa do Pai, ela estará diante Dele em perfeita beleza — glorificada, sem “mancha nem ruga”, “santa e irrepreensível” (Efésios 5: 27). Então, Ele, por assim dizer, “calará em seu amor”: Seu profundo anseio estará saciado; em paz eterna, Ele desfrutará de estar unido a ela.

Vamos aguardar com mais ansiedade a Sua vinda! Estamos ansiosos por isso, pois Ele nos tirará desta terra. Mas, mais ainda, porque Cristo então “verá o fruto do sofrimento de sua alma e ficará satisfeito” (Isaías 53: 11). 


Leitura bíblica diária: 

📖Levítico 27: 1 - 15 

📖Salmo 72: 8 - 14



sábado, 18 de julho de 2026

Vendo extraviado o boi ou ovelha de teu irmão, não te esconderás deles; restituí-los-ás sem falta a teu irmão. O jumento que é de teu irmão ou o seu boi não verás caídos no caminho e deles te esconderás; com ele os levantarás, sem falta." Deuteronômio 22:1, 4

Ajudar meu irmão e minha irmã

 

Mesmo que a lei judaica não se aplique diretamente a nós, cristãos, as ordenanças divinas contêm princípios valiosos para o nosso comportamento como filhos de Deus. Dos versículos de hoje podemos extrair lições importantes para o convívio entre irmãos na fé. Naquela época, se um animal de outra pessoa aparecesse para um israelita, ele deveria devolvê-lo ao seu irmão. E se um animal de carga tivesse caído, ele era obrigado a levantá-lo. Essas instruções podem ser muito bem aplicadas à vida espiritual no povo de Deus.


No primeiro caso, um boi ou um animal miúdo — ou seja, uma ovelha ou uma cabra — havia fugido. Esses animais serviam como sacrifício, por isso podemos ver neles uma ligação com a adoração, com os nossos "sacrifícios espirituais" (1 Pedro 2: 5).


Talvez haja em seu meio alguém, um irmão ou uma irmã, em quem quase não se percebe mais adoração. A razão para isso podem ser as preocupações da vida, a adaptação ao mundo ou um pecado tolerado. Você pode ajudar para que ele ou ela volte a adorar com alegria?


O segundo caso trata de um animal de trabalho caído — um jumento ou um boi. Aqui também era necessário ajudar.


No animal de trabalho caído podemos ver, em sentido figurado, cristãos que negligenciaram ou abandonaram o seu serviço no Reino de Deus. Nem sempre isso se deve a prioridades erradas: muitas vezes é a pressão das circunstâncias que deixa as pessoas cansadas. Vamos ajudá-los a carregar, para que não percam o ânimo e voltem a exercer o seu serviço!


Leitura bíblica diária: 

Levítico 26: 34 - 46

Salmo 72: 1 - 7

 

sexta-feira, 17 de julho de 2026

Portanto, também nós, ... corramos, com perseverança, a carreira que nos está proposta, olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus. Hebreus 12: 1, 2

 Concluir a corrida

Quando os filhos de Deus morrem, falamos, com razão, que eles “voltam para casa”: eles vão para sua pátria celestial. Às vezes dizemos — como Paulo — que eles “completaram a corrida” (2 Timóteo 4: 7). Em casos raros, porém, pode acontecer que um cristão seja chamado à presença do Senhor sem ter alcançado a meta estabelecida por Ele. Isso, é verdade, não altera em nada sua salvação eterna; mas, na Terra, ele é retirado prematuramente da corrida — desclassificado (1 João 5: 16). Um cristão também pode se desclassificar por si mesmo, ao descumprir as regras da corrida espiritual. Assim, por exemplo, Demas “amou o presente século” (2 Timóteo 4: 10). A atração do mundo o havia desviado de sua trajetória. Certamente não era fácil acompanhar o ritmo de um “guerreiro de Jesus Cristo” tão determinado quanto Paulo. Mas a verdadeira armadilha para Demas foi o amor pelo mundo.


Outro motivo para abandonar a corrida pode ser o esgotamento — a pessoa desiste e desaba na areia ao lado da pista de corrida. Entre os hebreus, as resistências haviam se tornado tão grandes que eles corriam o risco de “se fatigar” e “desanimar em sua alma” (v. 3). Por isso, o autor os lembra do Senhor Jesus, “o autor e consumador da fé”: Ele percorreu a mesma pista e, por isso, pode ser para nós um exemplo e um incentivo em qualquer situação.


Também em nossos dias enfrentamos resistências cada vez maiores na corrida da fé. Como isso pode ser paralisante! Quanta energia espiritual pode se perder por causa disso — energia da qual precisamos para uma corrida de fé vigorosa! O que nos ajuda é o olhar de fé voltado para o Senhor Jesus!


Leitura bíblica diária: 

📖 Levítico 26:14-33

📖 Salmo 71:17-24

quinta-feira, 16 de julho de 2026

E, sem enfraquecer na fé, embora levasse em conta o seu próprio corpo amortecido, sendo já de cem anos, e a idade avançada de Sara, não duvidou, por incredulidade, da promessa de Deus; mas, pela fé, se fortaleceu, dando glória a Deus. Romanos 4:19-20

No quarto capítulo da Epístola aos Romanos, Abraão é apresentado como exemplo de justificação pela fé. Abraão creu em Deus e Deus "imputou-lhe isso como justiça" (Gênesis 15:6), ou seja, Deus o declarou justo por causa da sua fé. No decorrer do capítulo é mostrado o que tornava a fé de Abraão tão especial: ele cria que Deus pode ressuscitar os mortos. Essa fé na ressurreição se manifestou, como Paulo explica, no fato de que Abraão, apesar da sua idade avançada — e apesar da idade avançada da sua esposa — estava convencido de que Deus cumpriria a Sua promessa de lhes dar um filho. Ele não cria apenas que Deus é poderoso, mas que é todo-poderoso — capaz de, a partir do seu "corpo já amortecido" e do "ventre amortecido" da sua esposa, trazer vida. Abraão, portanto, cria que, na sua idade, ainda poderia gerar um filho. Deus recompensou a sua fé e lhe deu, aproximadamente 15 anos depois, o filho tão esperado: Isaque.

Alguns anos depois Abraão foi provado: Deus o convocou a sacrificar o seu amado filho Isaque — o filho em quem todas as promessas de Deus se cumpririam! Novamente a fé de Abraão foi forte: ele estava convencido de que Deus podia ressuscitar Isaque dentre os mortos (Hebreus 11:17-19). De que outra forma Deus cumpriria a Sua palavra e faria de Isaque o herdeiro da bênção, se não ressuscitando-o após o sacrifício?


A fé de Abraão nos anima: não queremos também dar a Deus a glória? Confiando nEle e na Sua Palavra incondicionalmente? E não queremos também estar dispostos a entregar tudo em nossa vida a Ele? Ficaremos maravilhados com a forma como Deus responderá à nossa confiança.


Leitura bíblica diária: 

📖 Levítico 26:1-13

📖 Salmo 71:9-16

quarta-feira, 15 de julho de 2026

Tinha setecentas mulheres, princesas e trezentas concubinas; e suas mulheres lhe perverteram o coração. Sendo já velho, suas mulheres lhe perverteram o coração para seguir outros deuses; e o seu coração não era de todo fiel para com o SENHOR, seu Deus, como fora o de Davi, seu pai. 1 Reis 11: 3 - 4

O que enche o seu coração? A história de Salomão, o homem mais sábio da terra, é fascinante e chocante ao mesmo tempo. No início do seu reinado Salomão ofereceu 1000 holocaustos nas alturas de Gibeão (cap. 3). Com isso ele expressava sua adoração e gratidão a Deus. Embora aquelas alturas originalmente fossem lugares de idolatria cananéia, o jovem rei tinha boas e sinceras intenções. Mais tarde ele construiu, segundo a vontade de Deus, o templo em Jerusalém, onde Deus deveria ser adorado. Até mesmo o seu pedido humilde por um “coração compreensivo”, para que pudesse governar para a bênção do povo, mostra a boa disposição do jovem rei no começo da sua caminhada (cap. 3:9).

Mais tarde descobrimos que, no fim da vida, Salomão de certa forma trocou os 1000 holocaustos por 1000 mulheres. O amor pelas suas mulheres pagãs desviou o coração dele do Deus verdadeiro e vivo para os ídolos dos povos vizinhos. E Deus havia previsto o casamento monogâmico — inclusive para o rei (Gn 2:24; Dt 17:17).


O Senhor Jesus diz: “Porque onde está o seu tesouro, aí estará também o seu coração” (Lc 12:34). O tesouro de Salomão eram as mulheres, por isso no fim o coração dele já não ardia mais por Deus.


Qual é o seu tesouro? Você também começou bem como Salomão — e depois, com o passar do tempo, trocou a adoração a Deus por outra coisa? Talvez por um casamento com um descrente? Ou pelo amor ao dinheiro? Se essas ou outras coisas se tornaram o seu “tesouro”, então não há mais lugar para o Senhor Jesus no seu coração. É tempo de devolver esse lugar a Ele.


Leitura bíblica diária: 

📖Levítico 25: 39 - 55

📖Salmo 71: 1 - 8

terça-feira, 14 de julho de 2026

Vivei, acima de tudo, por modo digno do evangelho... Filipenses 1: 27

... a fim de viverdes de modo digno do Senhor, para o seu inteiro agrado... Colossenses 1: 10  

Rogo-vos, pois, ..., que andeis de modo digno da vocação a que fostes chamados... Efésios 4: 1  

... e admoestamos, para viverdes por modo digno de Deus, que vos chama para o seu reino e glória. 1Tessalonicenses 2: 12


Andar de modo digno


O apóstolo Paulo repete várias vezes em suas cartas a ligação entre doutrina e prática. Isso aparece tanto nas suas orações quanto nas suas exortações repetidas para "andar de modo digno". Com isso ele quer dizer: O comportamento dos crentes deve estar em harmonia com as verdades divinas que lhes foram confiadas. 


Nós também somos chamados a "andar de modo digno" — e isso em 4 áreas específicas, que podemos guardar com 4 "R":


Os 4 "R" de um andar digno:


1º R - Resposta ao Evangelho: A Mensagem  

Somos um testemunho vivo do nosso Senhor e Salvador, que morreu por amor aos pecadores?  

O Evangelho não é só o que pregamos. É o que vivemos. As pessoas devem ver Cristo em nós antes de ouvir de nós.


2º R - Relacionamento com o Senhor: O Mestre  

A glória da Pessoa dEle e o conhecimento da Sua vontade estão no centro da nossa vida de fé?  

Isso desperta em nós o desejo de reconhecer a autoridade dEle na nossa vida e de Lhe agradar?  

Andar digno começa no quarto de oração, não na rua.


3º R - Responsabilidade da Vocação: O Corpo  

Vivemos de acordo com a nossa vocação comum como Igreja?  

Estamos conscientes de que somos -"um corpo" - e - morada de Deus no Espírito (Efs 2: 16 - 22)?  

E colocamos isso em prática vivendo em santidade e guardando - a unidade do Espírito no vínculo da paz (Efs 4: 3)?  

Digno = em unidade. O mundo conhece Jesus pelo nosso amor uns pelos outros.


4º R - Recompensa Futura: A Esperança

A glória para a qual Deus nos chamou já está afetando o nosso comportamento hoje — no meio de todos os sofrimentos e dificuldades presentes?  

A nossa esperança viva já se reflete no nosso dia a dia?  

Quem tem o céu pela frente anda diferente aqui na terra.


Leitura bíblica diária: 

📖 Levítico 25: 20 - 38 

📖 Salmos 70: 1 - 5

segunda-feira, 13 de julho de 2026

Filho meu, guarda o mandamento de teu pai e não deixes a lei de tua mãe. Provérbios 6: 20

 Orações de uma mãe


John Newton (1725-1807) ficou conhecido no mundo todo como compositor de hinos. O seu hino Amazing Grace — Graça Maravilhosa — é cantado até hoje por cristãos no mundo inteiro. Nascido em Londres, John foi criado por sua mãe temente a Deus. Mas ela morreu quando John tinha apenas seis ou sete anos. Aos onze anos John virou marinheiro e acompanhou o pai no mar. Mais tarde entrou para o tráfico de escravos e levou uma vida cada vez mais viciosa. "Eu afundava cada vez mais", confessou ele mais tarde.


Mas uma coisa John Newton nunca conseguiu esquecer: “as orações de sua mãe e os ensinamentos bíblicos dela”. E finalmente Deus ouviu essas orações. No meio de uma tempestade terrível em alto mar, quando a sua vida estava por um fio, Newton se converteu. Ele se tornou um pregador fervoroso do Evangelho e escreveu vários hinos e livros de fé.


Por meio das pregações dele, o escocês Claudius Buchanan (1765-1815) chegou à fé, e mais tarde se tornou missionário nas Índias Orientais. O livro de Buchanan - A Estrela no Oriente - por sua vez tocou o americano Adoniram Judson (1788-1850), que então também foi como missionário para a Índia. E por meio do ministério de Judson no Evangelho, inúmeras pessoas na Índia conheceram o Senhor Jesus Cristo. Provavelmente essa corrente poderia ser seguida ainda mais adiante.


E tudo isso foi — pela graça maravilhosa de Deus — o fruto das orações fiéis de uma mãe crente, Elizabeth Newton. Que bênção é um lar com pais tementes a Deus! Que bênção vem quando os pais oram pelos seus filhos — para que eles cheguem à fé pessoal no Senhor Jesus e se tornem servos fiéis na obra do Senhor.


Leitura bíblica diária: 

📖Levítico 25: 1 - 19

📖Salmos 69: 29 - 36