sexta-feira, 8 de maio de 2026

O deserto e os lugares secos se alegrarão com isso; e o ermo exultará e florescerá como a rosa. Abundantemente florescerá e também regorgitará de alegria e exultará. Isaías 35: 1, 2

Considerai os lírios, como eles crescem; não trabalham, nem fiam; e digo-vos que nem ainda Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como um deles. E, se Deus assim veste a erva, que hoje está no campo e amanhã é lançada no forno, quanto mais a vós, homens de pequena fé?! Lucas 12: 27.28

O que as flores podem nos ensinar (2)


Os profetas do Antigo Testamento frequentemente traçavam, em suas mensagens de julgamento, a imagem de paisagens devastadas, nas quais não se ouve mais vozes nem o canto dos pássaros. Mas então — como nesta palavra do profeta Isaías — fala-se também de esperança: Deus faz o deserto florescer novamente.


Nenhuma devastação é grande demais, nenhuma região está tão morta a ponto de não haver mais esperança. Assim, Deus pode transformar, ainda hoje, vidas humanas devastadas em jardins floridos, quando as pessoas se voltam para Ele e se submetem ao Seu domínio. Assim, a reosa no deserto torna-se um sinal da graça de Deus.


Outra lição nos é dada pelo lírio em Lucas 12. Quando os discípulos olhavam para o futuro com preocupação, o Senhor Jesus os exortou a observar mais de perto os lírios e a compará-los com a magnificência do rei Salomão. Mas mesmo as vestes magníficas de Salomão pareciam grosseiras e rústicas ao lado de uma única flor.


E como as flores, além de sua beleza, também simbolizam a transitoriedade, uma coisa fica ainda mais clara: se Deus veste de forma tão gloriosa plantas de vida curta, quanto mais Ele cuidará de nós, seres humanos! A breve mensagem do lírio é, portanto: quem tem esse Deus como Pai não precisa se preocupar nem temer.


Leitura bíblica diária: Jeremias 38: 14 - 28; Romanos 8: 31 - 39

quinta-feira, 7 de maio de 2026

Plantados na Casa do SENHOR, florescerão nos átrios do nosso Deus. Na velhice darão ainda frutos, serão cheios de seiva e de verdor, para anunciar que o SENHOR é reto. Ele é a minha rocha. Salmo 92: 13 - 15

Quanto ao homem, os seus dias são como a relva; como a flor do campo, assim ele floresce; pois, soprando nela o vento, desaparece; e não conhecerá, daí em diante, o seu lugar. Salmo 103: 15, 16

O que as flores podem nos ensinar (1)


Em nossa primeira passagem do Salmo, os homens que se deixam moldar por Deus são comparados a flores. Eles estão plantados em solo fértil, onde Deus habita. Aí reside o segredo de seu florescimento magnífico — e também de sua segurança, pois Deus é a sua rocha.


E assim como as flores exalam seu perfume, também esses homens transmitem algo do que Deus opera neles, sim, da própria essência de Deus. Sua presença é orientadora e benéfica para os outros.


A mensagem desta primeira flor é, portanto: aproxime-se de Deus e permaneça em sua comunhão. Assim, sua vida refletirá um pouco da beleza de Deus. E os outros a reconhecerão em você.


A flor na segunda passagem do Salmo representa a transitoriedade do ser humano. Assim como uma flor desabrocha e depois murcha, também a vida do ser humano é passageira. Mas há uma forte âncora de esperança: no Salmo 103, é a “misericórdia do Senhor”, que “de eternidade a eternidade” cuida dos tementes a Deus (v. 17).


Também em Isaías 40: 8 encontramos essa imagem: seca-se a erva, e cai a sua flor — mas “a palavra do nosso Deus permanece eternamente”. Ela é a nossa esperança e nos dá um apoio seguro além de toda a transitoriedade.


Leitura bíblica diária: Jeremias 38: 1 - 13; Romanos 8: 26 - 30

quarta-feira, 6 de maio de 2026

O amor não se ufana, não se ensoberbece. Seja outro o que te louve, e não a tua boca. 1 Coríntios 13: 4; Provérbios 27: 2

 A humildade do amor

William Carey (1761-1834) era um homem culto que, além dos estudos botânicos, dedicou-se especialmente à filologia. Ele empregou seus dons para o Reino de Deus. Como missionário pioneiro na Índia, teve participação decisiva nas traduções da Bíblia para cerca de 34 línguas e dialetos indianos.


Em sua juventude, Carey havia trabalhado como sapateiro. Durante um jantar oferecido pelo governador-geral inglês em Calcutá, perguntaram-lhe certa vez com desdém: “Sr. Carey, o senhor não trabalhava como sapateiro antigamente?” — “Não”, respondeu Carey com sinceridade, “eu não fabricava sapatos; eu era apenas um remendador.”


Quem está ciente de suas próprias limitações e fraquezas com honestidade e sem timidez já deu o primeiro passo para a humildade. Mas a humildade vai além: para o crente, ela é o profundo desejo de que não seja ele mesmo, mas Cristo, a ser visto e glorificado em sua vida. Somente o amor divino pode suscitar tal atitude de coração. Pois o amor não se vangloria, não se orgulha de seus sucessos, não se exalta, não pensa em si mesmo, não se compara aos outros — ele serve.


O segredo da verdadeira humildade está em estar ocupado com o Senhor Jesus e servir aos seus interesses. Um crente tinha o hábito de orar: “Senhor, dá-me força para falar sempre de Ti, quando eu puder determinar o tema da conversa.”


Quando outro missionário, no leito de morte de Carey, elogiou a obra de sua vida, Carey pediu em voz baixa que não falassem dele, mas de seu Salvador.


Leitura bíblica diária: Jeremias 37: 1 - 21; Romanos 8: 18 - 25

terça-feira, 5 de maio de 2026

Eu me regozijarei de ti no Senhor … Escrevi-te confiado na tua obediência, sabendo que ainda farás mais do que digo. Filemom 20: 21

 Duas características de um servo fiel


A carta do apóstolo Paulo a Filemom, de Colossos, é a carta mais pessoal que nos foi transmitida por Paulo. No centro está o pedido para que receba de volta o escravo fugitivo Onésimo, que havia fugido para Roma e ali se convertido à fé em Cristo — não mais como mero escravo, mas como irmão amado no Senhor (v. 16).


É notável que Paulo use várias vezes nesta carta as palavras “útil” e “inútil” — talvez justamente porque o nome Onésimo significa “útil”. Ser útil aos outros é uma característica de um escravo.


Antes da conversão, Onésimo era inútil, mas agora tornou-se um servo útil para o apóstolo Paulo durante o cativeiro — e o seria igualmente para Filemon.


Mas Paulo vai ainda mais longe: o próprio Filemon também deve ser útil — por meio de sua obediência. Por isso, Paulo escreve: “Eu me regozijarei de ti no Senhor; reanima o meu coração, no Senhor.” A obediência é outra característica de um servo fiel.


Os exemplos de Onésimo e Filemon devem motivar todo cristão a não viver de forma egocêntrica, mas a “ser diligente nas boas obras”, examinando, ao mesmo tempo, “qual é a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Tito 2: 14; Romanos 12: 2). Conhecemos essas duas perspectivas: olhar para cima e obedecer ao Senhor — e, ao mesmo tempo, olhar ao redor para servir ao próximo?


O exemplo perfeito de tal vida é o próprio Senhor Jesus: Seu “alimento” era fazer a vontade de Seu Pai, para que os pecadores pudessem ser salvos (João 4: 34). Quão obediente era o seu coração e quão útil a sua dedicação!


Leitura bíblica diária: Jeremias 36: 16 - 32; Romanos 8: 12 - 17

segunda-feira, 4 de maio de 2026

E da sua plenitude todos nós temos recebido, graça sobre graça. João 1: 16

 Graça sobre graça

Ao descrever o que caracterizou o Senhor Jesus em sua vida na Terra, o evangelista João usa quatro palavras: “cheio de graça e de verdade” (v. 14). Em seguida, ele acrescenta como experimentou pessoalmente essa graça: Nos anos em que, como um dos discípulos mais próximos de Jesus, acompanhava seu Mestre, ele recebeu da plenitude do Senhor “graça sobre graça”. Mais tarde também, quando o Cristo glorificado agia do céu, ele experimentou a mesma graça. Graça que marcou sua vida e o fez feliz.


Agora, já como um discípulo idoso, João escreve o Evangelho sobre o Filho de Deus. Ele olha para trás e se lembra da plenitude da graça que está escondida em seu Senhor.


Vale a pena refletir sobre a expressão “da sua plenitude”. Ao ouvir o termo “plenitude”, pensamos em um recipiente cheio até a borda — sim, transborda (cf. Salmo 23: 5). Isso ilustra a imensa “reserva” de graça que nos espera no céu. João quer dizer, por assim dizer: Dessa fonte inesgotável do coração de Cristo flui para nós “graça sobre graça”; ou seja, uma graça segue a outra; uma graça substitui a outra. Este fato deixa claro duas coisas:


1º O Senhor nos concede sua graça ininterruptamente. O apóstolo João testemunha, no final de sua longa vida: o coração amoroso de Jesus nunca deixa de nos presentear com graça sempre nova.


2º O Senhor nos concede sua graça sempre na quantidade de que precisamos para o próximo passo, e não antecipadamente para vários passos. Não recebemos a sua graça a crédito, mas sempre para o momento em que precisamos (cf. Salmo 84: 7). Isso nos mantém dependentes do Senhor e nos ensina a confiar plenamente Nele.


Leitura bíblica diária: Jeremias 36: 1 - 15; Romanos 8: 1 - 11



domingo, 3 de maio de 2026

“Não sabeis que me convém tratar dos negócios de meu Pai?” Lucas 2: 49

Palavras especiais de Jesus

 

O Evangelho de Lucas nos mostra o Senhor Jesus como um ser humano perfeito, que sempre viveu em íntima comunhão com seu Pai celestial. Isso se manifesta em um belo detalhe: Nas primeiras palavras que nos foram transmitidas por Ele, Ele fala de seu Pai; nas últimas palavras antes de sua morte, Ele fala com seu Pai. E também as últimas palavras antes de sua ascensão tratam do Pai.


* No versículo bíblico de hoje, lemos as primeiras palavras que nos foram transmitidas pelo Senhor Jesus. Já aos doze anos, seu coração está totalmente voltado para seu Pai e para os interesses Dele. Nesse contexto, Suas palavras “me convém” não indicam uma obrigação, mas sim a firme decisão de Seu coração de estar com Seu Pai e fazer a vontade Dele.


* Em Lucas 23: 46, ouvimos as últimas palavras que o Senhor profere “em alta voz” antes de morrer: “Pai, nas Tuas mãos entrego o meu espírito!” Essas palavras são dirigidas ao Pai — tão alto que todos os presentes podem ouvi-las. Isso deixa claro que não são os homens que determinam o momento de sua morte, mas Ele mesmo — em comunhão com seu Pai: a Ele, Ele entrega seu Espírito neste momento tão difícil.


* Em Lucas 24: 49, o Senhor fala aos seus discípulos, pouco antes de ser levado para o céu. São as últimas palavras que se ouvem Dele na Terra. E, mais uma vez, Ele fala de Seu Pai: a promessa que o Pai fez se cumpriria em breve, com a vinda do Espírito Santo à Terra.


Assim, as primeiras palavras, as palavras mais difíceis e as últimas palavras do Filho encarnado são dedicadas a Seu Pai. Que testemunho impressionante de sua vida perfeita em constante comunhão com Deus!


Leitura bíblica diária Jeremias 35: 12 - 19; Romanos 7: 14 - 25

sábado, 2 de maio de 2026

Guardei a tua palavra no meu coração, para não pecar contra ti. Salmo 119: 11

 Guardar a Palavra de Deus


Nisso reside uma grande bênção! Por isso, devemos nos perguntar três coisas: O que devo guardar? Onde devo guardá-la? E por que devo guardá-la?


O que devo guardar? — “A tua Palavra.” Não qualquer palavra humana, mas a Palavra imutável de Deus — um tesouro que nunca se perde. Ela é valiosa e merece ser guardada com segurança e consciência. Quanto mais a valorizamos e amamos, maior será o seu valor para a nossa vida. O salmista também pensava assim. Ele guardava ou preservava a Palavra de Deus em seu coração — uma expressão de profunda valorização. Ele a protegia de tudo o que poderia roubá-la dele — de distrações, indiferença ou influências externas.


Onde devo guardá-la? — “No meu coração.” Não na cabeça ou na mente, mas no coração, o centro do ser moral: ele influencia nossas decisões, nossas motivações e nosso amor. Ali é o lugar adequado para guardar a Palavra — não debaixo da cama, nem debaixo de um alqueire, nem na terra, nem escondida secretamente por medo dos homens (cf. Marcos 4: 21). Não! Devemos guardar a Palavra no coração; então ela se tornará visível em nossos pensamentos, palavras e ações.


Por que devemos guardá-la? — O motivo é da maior importância: “para que eu não peque contra ti.” Não se trata de conhecer o maior número possível de versículos bíblicos ou de brilhar em discussões com bons argumentos. O autor do Salmo abominava o pecado, assim como Deus o abomina. E ele sabia que a Palavra de Deus é a proteção mais eficaz contra o poder do pecado. Por isso, guardou-a em seu coração.


Leitura bíblica diária: Jeremias 35: 1 - 11; Romanos 7: 7 - 13

sexta-feira, 1 de maio de 2026

E aconteceu que, ouvindo Hirão as palavras de Salomão, muito se alegrou e disse: Bendito seja hoje o SENHOR, que deu a Davi um filho sábio sobre este tão grande povo! 1 Reis 5:7

Colaboração no Reino de Deus

Salomão tornou-se rei de Israel. Ele enfrenta o grande desafio de construir o templo em Jerusalém. Para isso, precisa de muitos materiais, especialmente madeira, pedras e ouro. A melhor madeira da região do Mediterrâneo provém dos cedros do Líbano. No entanto, essa cordilheira não pertence ao reino de Salomão, mas ao rei de Tiro. Seus trabalhadores são especialistas em extração e processamento de madeira. Por isso, Salomão envia mensageiros a Hirão, o rei de Tiro, com o pedido de que corte e forneça madeira para a construção do templo. Hirão fica muito feliz por sua colaboração no templo ser solicitada. Primeiramente, ele louva a Deus por essa notícia. Em seguida, ele fornece madeira e ouro a Salomão por vinte anos.

Hoje, não se trata mais de construir casas magníficas para Deus. No entanto, ainda são necessários trabalhadores no Reino de Deus. Todos podem e devem servir a Deus com suas habilidades e dons. Quem mantiver os olhos abertos descobrirá mais tarefas do que é capaz de realizar sozinho: distribuir folhetos evangelísticos, visitar doentes e idosos, apoiar missionários, convidar irmãos na fé, cuidar do prédio da congregação e muito mais.

Reagimos como Hirão quando ouvimos falar de uma tarefa ou somos solicitados a colaborar? Ou procuramos motivos pelos quais outros são mais adequados ou têm mais tempo do que nós? Não, devemos nos alegrar e colaborar de boa vontade. Deus não precisa de nós, mas Ele deseja nos usar — e Ele recompensará nosso serviço. Isso por si só já é motivo suficiente para colaborarmos com alegria e perseverança — e entoarmos um louvor a Deus, como Hirão.

Leitura bíblica diária: Jeremias 34: 1 - 22; Romanos 7: 1 - 6

quinta-feira, 30 de abril de 2026

O incorruptível trajo de um espírito manso e quieto, que é precioso diante de Deus. 1 Pedro 3:4

 Como as Pérolas se Formam

Como as pérolas se formam? Quando um minúsculo grão de areia entra em um mexilhão, o molusco tenta se livrar do corpo estranho. Se não conseguir, o mexilhão produz nácar, uma substância lisa e brilhante com a qual reveste o corpo estranho camada por camada. Dessa forma, uma pérola cresce em segredo.


Quantos "grãos de areia" também entram em nossas vidas! Ira, tensões familiares, estresse no trabalho, conflitos com nossos semelhantes... Por que não transformamos essas dificuldades incômodas em uma "pérola"?


Cada vez que respondemos corretamente a um desafio com a ajuda de Deus, um adorno precioso para Deus é criado.


Alguém está me tratando com rispidez? Isso é como um grão de areia desagradável que pode me trazer bênção. Se eu responder com gentileza, será como uma pérola preciosa para o Senhor.


Alguém está me tratando injustamente? Se eu aceitar isso com humildade, sem rebeldia, outra pérola se forma. A mansidão e a humildade são qualidades que nos tornam mais semelhantes a Cristo (Mateus 11:29).


As circunstâncias da vida frustram meus melhores planos? Quando aceito essas decepções vindas da mão de Deus, a paz entra em meu coração e posso permanecer calmo. Isso também é uma pérola preciosa para Deus.


Essas pérolas, figurativamente falando, servem para adornar a coroa que o Senhor preparou para o seu povo. As pérolas se formam lentamente e em segredo; porém, chegará o tempo em que se tornarão visíveis. Então, elas servirão para glorificar a Cristo e serão um testemunho da sua graça (2 Tessalonicenses 1:10).


Leitura bíblica diária: Jeremias 33:1-26 - Romanos 6:17-23

quarta-feira, 29 de abril de 2026

E viraram para mim as costas e não o rosto; ainda que eu os ensinava, madrugando e ensinando- os, eles não deram ouvidos para receberem o ensino. Jeremias 32: 33

 Não Ouvidos

Onze vezes o profeta Jeremias fala de Deus levantando-se cedo para ensinar e advertir o povo por meio de seus profetas. E a cada vez ele observa com consternação: “Eles não deram ouvidos”.


Podemos compreender a dor de Deus ao ver como seu povo se recusava obstinadamente a obedecer e voltar-se para Ele? Com ​​quanta paciência e amor Ele repetidamente tentou alcançar seus corações!


Quantos mensageiros Ele tinha enviado para despertá-los — e finalmente até mesmo seu único e amado Filho! Mas mesmo assim, o resultado foi: “Eles não deram ouvidos”.


Sobre Jerusalém, o Senhor Jesus chorou e disse: “Quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintos debaixo das asas, e tu não quiseste!” (Mateus 23: 37).


Quantas vezes o Senhor te chamou? Há quanto tempo Ele te busca? Você já vivenciou situações incríveis pelas quais Deus quis tocar o seu coração? Já ouviu palavras que lhe transmitiram o Seu amor — um amor que “se levantou cedo” para lhe buscar? Então não O rejeite!


Quem se fecha ao chamado gracioso de Deus enfrentará o julgamento. Isso é claramente ilustrado nas onze passagens do profeta Jeremias. Deus “se levantará” mais uma vez, mas não para falar, e sim para julgar!


Mas Ele ainda está falando agora. Ainda há tempo para atender ao Seu chamado. Não demore!


Leitura bíblica diária: Jeremias 32: 26 - 44; Romanos 6: 12 - 16

terça-feira, 28 de abril de 2026

Levantou-se também Balaque, filho de Zipor, rei dos moabitas, e pelejou contra Israel; e enviou e chamou a Balaão, filho de Beor, para que vos amaldiçoasse. Porém eu [Deus] não quis ouvir a Balaão, pelo que, abençoando-vos ele, vos abençoou; e livrei-vos da sua mão. Josué 24:9-10

 A Astúcia de Satanás e o Poder de Deus


Discursos de despedida são poderosos. Josué, o líder de Israel, também usa suas palavras finais para lembrar ao povo como Deus os havia livrado poderosamente de todo perigo e aflição. Ele se refere a um evento no final de sua peregrinação pelo deserto: Balaque, rei de Moabe, ouvira falar de como Israel havia derrotado todas as nações que se opuseram a eles. Querendo evitar esse destino, ele contratou o adivinho Balaão para amaldiçoar Israel.


Balaão era um falso profeta, aliado a demônios, com poderes satânicos. Não devemos pensar que tais maldições são sem sentido. Adivinhação, magia, esoterismo — esses não são jogos inofensivos. O ocultismo é um perigo real, mesmo no século XXI.


Satanás tenta repetidamente nos colocar em contato com influências ocultas — muitas vezes disfarçadas de forma muito astuta. Ele tenta entrar em nossos lares e famílias por meios aparentemente inofensivos. Crianças entram em contato com personagens como Bibi Blocksberg, adolescentes com Harry Potter. Adultos encontram perigos semelhantes vindos da mesma direção, apenas apresentados de forma diferente — por exemplo, em seminários esotéricos ou métodos de cura do Extremo Oriente.


Então, o que devemos fazer? Por um lado, devemos nos distanciar conscientemente e não nos envolver com o misticismo. Por outro lado, podemos ter a certeza de que, como cristãos, nós — assim como Israel naquela época — estamos do lado do mais forte. Deus se colocou no caminho de Balaão e, em vez de amaldiçoá-lo, abençoou Israel (Números 22-24).


"Se Deus é por nós, quem será contra nós?" (Romanos 8:31).


Leitura bíblica diária: Jeremias 32: 1 - 25; Romanos 6: 1 - 11