Uma multidão se aglomerava à beira da estrada. Alguns seguravam ramos de palmeira, enquanto outros estendiam suas vestes no caminho. Jesus de Nazaré entrou em Jerusalém pouco depois de ressuscitar Lázaro. A multidão exultou, gritando: “Hosana!” O povo estava cheio de esperança, acreditando que o Salvador estava se aproximando e que a libertação da ocupação romana era iminente.
Mas os líderes religiosos estavam longe de estar satisfeitos. O Senhor Jesus havia falado repetidamente às suas consciências, expondo sua hipocrisia.
Além disso, eles O viam como um rival. Os romanos, por outro lado, observavam os eventos de longe; para eles, Jesus era apenas mais um pregador itinerante.
A cidade inteira estava em alvoroço, perguntando: "Quem é este?". Essa pergunta não era importante apenas para as pessoas daquela época, mas permanece relevante hoje. Para alguns, Jesus Cristo era um bom homem, o fundador de uma religião, um revolucionário, enquanto outros o viam como um moralista inconveniente. Mas quem era Jesus de verdade?
Alguns dias depois, incitados pelos líderes religiosos, o clima na cidade mudou. Aqueles que antes estavam entusiasmados agora gritavam: "Crucifica-o!". Agora, para eles, Jesus era um criminoso, um blasfemo, um rebelde. Assim somos nós, homens, volúveis e facilmente influenciáveis!
Mas o Filho de Deus continua em seu caminho, inabalável. Ele suporta a prisão, os interrogatórios, as falsas acusações, o veredito injusto, o escárnio e o desprezo, e os maus-tratos. Ele está disposto a cumprir o plano de salvação de Deus, que o chama a sofrer e morrer na cruz pelos pecados dos outros para que os perdidos possam ser salvos.
Leitura bíblica diária: Jeremias 10: 1 - 25; Lucas 22: 1 - 13