quinta-feira, 13 de agosto de 2026

Porque a graça de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos os homens, ensinando-nos que, renunciando à impiedade e às concupiscências mundanas, vivamos neste presente século sóbria, justa e piamente. Tito 2: 11 - 12

 Sob bandeira falsa

Muitos navios mercantes navegam sob bandeira de outro país. Também na frota mercante alemã a maioria dos navios está “bandeirada” e navega sob as bandeiras dos chamados “países de bandeira barata”, como Panamá, Libéria ou Bahamas. Por trás disso há, na maioria das vezes, motivos econômicos: custos de pessoal mais baixos, impostos menores e a possibilidade de contornar algumas normas e fiscalizações. 


Esse exemplo leva à reflexão, pois também os cristãos podem “navegar sob bandeira falsa”. Todo aquele que crê no Senhor Jesus Cristo e O confessa (Romanos 10:10) de certa forma “hasteou a bandeira”. Paulo usa uma imagem notável para isso na carta aos Gálatas: “todos quantos fostes batizados em Cristo, de Cristo vos revestistes” (Gálatas 3:27). “Revestidos de Cristo” — isso significa que Ele deve se tornar visível na nossa vida. Ele é a bandeira no navio da vida do crente.


Mas com que facilidade o nosso estilo de vida pode tomar uma direção totalmente diferente, que não condiz com o fato de pertencermos a Cristo: buscamos a autorrealização em vez de servir com dedicação; amamos o conforto em vez de estar dispostos a sacrifícios; ajuntamos tesouros para a terra em vez de para o céu (Mateus 6:19-20). Em resumo: vivemos como pessoas que não conhecem a Deus. Quem, como filho de Deus, vive assim, está navegando sob bandeira falsa. Quer aproveitar as supostas vantagens da “bandeira barata” do mundo — e esquece que, para o mundo, nós fomos crucificados (Gálatas 6:14).


Se pertencemos a Cristo, a nova vida em nós também deveria ser vista em nós. Isso devemos ao nosso Senhor. Por isso, que sempre “hasteemos a bandeira correta”!


Leitura bíblica diária:

📖 Josué 13: 14 - 33  

📖 1 Coríntios 11: 20 - 34

quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Tu, SENHOR, me alegraste com os teus feitos; exultarei nas obras das tuas mãos. Quão grandes são, SENHOR, as tuas obras! Mui profundos são os teus pensamentos! Salmo 92: 5 - 6

Nosso tempo é acelerado e cheio de compromissos. Quando foi a última vez que prestamos atenção, de forma consciente, ao agir e aos milagres do nosso Deus, que nos admiramos deles e nos alegramos…

com um esquilo que enterra uma noz?

com um nascer do sol que avança pouco a pouco para o dia?

com um pôr do sol que pinta todas as cores no céu?

com o concerto despreocupado e alegre dos pássaros pela manhã?

com uma rosa que se abre; com uma cereja que cresce e amadurece?

com um casamento que aumenta em profundidade, intensidade e intimidade?

com o milagre da gravidez e do nascimento?

com uma criança pequena que brinca, fala e ri?

com a paciência com que alguém suporta uma doença?

com uma conversa encorajadora e cheia de confiança?

com um filho de Deus que experimenta a Deus, confia nEle e caminha com Ele?

com a salvação de um pecador da morte para a vida; com o milagre do novo nascimento?

com as promessas de Deus; com a sua proximidade e a comunhão com Ele?

com Aquele que nos ama e se entregou a si mesmo por nós?

com Aquele que se tornou nosso Pai?“


Cantarei ao SENHOR enquanto eu viver; cantarei louvores ao meu Deus, enquanto existir” (Salmo 104: 33).


Leitura bíblica diária:

📖 Josué 13: 1 - 13

📖 1 Coríntios 11: 1 - 19

terça-feira, 11 de agosto de 2026

E louvou aquele senhor o injusto mordomo por haver procedido prudentemente. Lucas 16: 8

Pensar hoje no amanhã

Numa parábola o Senhor Jesus conta sobre um administrador injusto, que tinha desperdiçado os bens do seu senhor. Quando este ficou sabendo, anunciou-lhe a demissão. Então veio ao administrador esperto uma ideia de como poderia garantir o seu futuro: “Eu sei o que hei de fazer, para que, quando for desapossado da mordomia, me recebam em suas casas” (v.4). Ele mandou chamar os devedores do seu senhor e perdoou-lhes uma parte considerável das dívidas — naturalmente sem a permissão do seu senhor.


Por que o Senhor Jesus elogia esse homem? Por acaso Ele aprova o desvio de bens? Claro que não! Por isso a demissão do administrador continua valendo. Jesus não elogia a desonestidade dele, mas a sua prudência. O administrador tinha reconhecido e colocado em prática um princípio importante: ele tinha agido com visão de futuro, ele pensou hoje no futuro, no amanhã. E mais ainda: com os bens que de fato nem lhe pertenciam, ele administrou com sabedoria em favor do seu próprio futuro.


Essa lição diz respeito a todos nós: Primeiro, deveríamos refletir se o que fazemos hoje também faz sentido tendo em vista a eternidade. Segundo, deveríamos lidar com os bens terrenos de modo que eles nos tragam proveito na eternidade e que sejamos elogiados por isso pelo Senhor. Pois, afinal, os bens não nos pertencem, porque um dia deixaremos tudo aqui.


Poucos versículos depois lemos sobre um homem rico que desconsiderou totalmente esse princípio (v.19). Depois da sua morte ele se viu nos tormentos do Hades, porque viveu apenas para esta vida e não buscou a Deus. Deixemos que sejamos exortados a agir hoje tendo em vista o amanhã!


Leitura bíblica diária

📖Josué 12: 1 - 24

📖1 Coríntios 10: 23 - 33

segunda-feira, 10 de agosto de 2026

Antes, crescei na graça e conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A ele seja dada a glória, assim agora como no dia da eternidade. Amém! 2 Pedro 3:18

Crescer na Graça


No fim de sua vida e do seu serviço para Cristo, o apóstolo Pedro tem no coração lembrar mais uma vez aos crentes da graça de Deus. Ele mesmo tinha experimentado essa graça de maneiras múltiplas e maravilhosas. Agora ele deseja que também seus irmãos na fé vivam nessa graça — sim, que cresçam nela. Sua exortação vale até hoje, inalterada, também para nós! Aqui certamente se trata da graça nas circunstâncias da vida, e não da graça salvadora que experimentamos na nossa conversão.


O que significa, concretamente, crescer na graça? Significa viver cada vez mais da graça. A graça divina está à nossa disposição de forma ilimitada e diária. E deveríamos usar essa fonte de ajuda com mais intensidade. Crescer na graça significa também tomar consciência dela cada vez mais. Pois tudo o que possuímos como filhos de Deus, em bênção espiritual e natural, nos foi dado de forma totalmente imerecida.


Mas como então tiramos do oceano da graça de Deus? Em primeiro lugar, por meio da oração. Não existe situação de vida em que a graça de Deus não seja suficiente. O “Deus de toda graça” (1 Pedro 5:10) nos oferece exatamente o apoio de que precisamos na nossa situação. E Ele quer te dar abundantemente. A Sua graça está disponível — só precisamos pedi-la em oração. Infelizmente é nisso que muitas vezes falhamos. “Nada tendes, porque não pedis” (Tiago 4: 2). Por isso: tire com diligência e muito da fonte da graça divina; ela jamais secará (cf. Salmo 65: 10)!“


Aproximemo-nos, portanto, com confiança do trono da graça, para que recebamos misericórdia e encontremos graça para socorro oportuno” (Hebreus 4: 16).


Leitura bíblica diária:

📖Josué 11: 12 - 23

📖1 Coríntios 10: 14 - 22

domingo, 9 de agosto de 2026

E disse Naamã: Seja assim; contudo, dê-se a este teu servo uma carga de terra de um jugo de mulas; porque nunca mais oferecerá este teu servo holocausto nem sacrifício a outros deuses, senão ao SENHOR. 2 Reis 5:17

Naamã


Naamã poderia ter pulado de alegria! Pouco antes ele ainda era leproso, estava mortalmente doente; agora estava curado — um homem novo. Agradecido, voltou ao profeta Eliseu, que lhe havia mostrado o caminho para a cura. Os deuses anteriores de Naamã tinham sido impotentes, não puderam ajudá-lo. Foi somente por meio de Eliseu que o verdadeiro Deus falou com ele e lhe concedeu cura. E isso totalmente de graça, sem nenhuma contrapartida.


Da mesma forma o pecador é “justificado gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus; a quem Deus propôs como propiciação, pela fé, no seu sangue” (Romanos 3: 24, 25). Antes de o curado Naamã voltar para sua terra, na Síria, ele ainda fez um pedido estranho a Eliseu: Queria muito levar consigo uma carga de terra da carga de duas mulas! O que havia por trás desse desejo? Pela graça de Deus ele havia se tornado um “homem novo”. Por gratidão, portanto, ele queria levar “um pedaço de Israel” para sua terra e, nesse “novo solo”, adorar ao SENHOR, o Deus de Israel, e oferecer-Lhe sacrifícios.


Acaso Naamã não nos dá com isso um sermão? Não deveria ser também o nosso desejo adorar a Deus? Quem foi salvo pela graça está de fato sobre um “solo totalmente novo”, sobre um novo fundamento: Ele pode chamar de Pai o grande Deus, a quem antes precisava temer por causa do seu pecado. E como filho de Deus ele está em condição de adorá-Lo “em espírito e em verdade” — assim como Deus se revelou a nós em seu amado Filho (João 4: 23).


Por isso deveria ser um desejo do coração de todo cristão oferecer “sacrifícios espirituais”, dizendo a Deus em louvor e adoração o quão glorioso Ele é e quão maravilhoso é o seu Filho (1 Pedro 2: 5).


Leitura bíblica diária

📖Josué 11: 1 - 11

📖1 Coríntios 10: 1 - 13

sábado, 8 de agosto de 2026

Conjuro- te, pois, diante de Deus e do Senhor Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, na sua vinda e no seu Reino, que pregues a palavra. 2 Timóteo 4: 1 - 2

 Prega a Palavra

Paulo exorta Timóteo a pregar a Palavra de Deus, e liga isso a três eventos futuros:


  1. O Juízo do Senhor sobre vivos e mortos: Os vivos serão julgados quando o Senhor aparecer na terra, se assentar no trono da sua glória e as nações que vivem na terra receberem a sua sentença. Os mortos, por outro lado, serão julgados após o seu reino de 1000 anos — no “grande trono branco”. Como é necessário que a Palavra de Deus ainda alcance muitos, para que não venham a esse juízo (cf. Mateus 25: 31 - 46; Apocalipse 20: 11 - 15).


  1. A manifestação do Senhor: Esse é o momento em que o Senhor virá à terra, visível a todos, depois da tribulação. - Já antes da tribulação os crentes foram arrebatados a Ele e compareceram diante do seu tribunal. De acordo com a sua fidelidade no serviço, receberam ali a sua recompensa — uma recompensa que contribui para a sua glorificação. Isso também é um incentivo para pregar a Palavra com fidelidade! (cf. 2 Tessalonicenses 1: 10; 1 Pedro 1: 7).


  1. O Reino do Senhor: Então Cristo estabelecerá na terra o seu Reino de paz. Nesse Reino os crentes ocuparão uma posição correspondente à sua fidelidade no serviço para Ele. Esse pensamento também deve nos motivar a pregar a sua Palavra (cf. Lucas 19: 12 - 27).


Nem todos são chamados a proclamar publicamente a Palavra de Deus, mas todos podem vivê-la e transmiti-la no dia a dia. Lembremo-nos sempre: é somente “a Palavra” que serve para a salvação do incrédulo e para o nosso bem espiritual e crescimento, nós que cremos.


Leitura bíblica diária:

📖 Josué 10: 28 - 43

📖 1 Coríntios 9: 16 - 27

 

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sexta-feira, 7 de agosto de 2026

Não vos esqueçais da hospitalidade. Hebreus 13: 2

Hospitalidade — uma forma de amor


Ronny visita pela primeira vez uma congregação cristã em seu novo lugar de moradia. Ainda se sente estranho no ambiente desconhecido, mas está agradecido por ter encontrado um lugar onde pode ouvir regularmente a Palavra de Deus e ter comunhão com outros crentes. Isso é muito importante para ele.


Após a reunião, vários presentes cumprimentam o pregador, que — pelo que Ronny percebe nas partes de conversa ao redor — aparentemente também não é da região. As pessoas ainda conversam um pouco em pequenos grupos. Mas aos poucos os grupos vão se dispersando e os visitantes vão para casa. Um deles parece ter convidado o pregador, pois eles vão juntos para o carro.


E Ronny? A maioria passa por ele sem lhe dar atenção. Apenas alguns acenam com a cabeça em silêncio. Talvez pensem que ele veio com alguém ou que outra pessoa vai cuidar dele... Assim, não lhe resta outra opção a não ser ir para casa também. "Pelo visto vou ter que passar a tarde sozinho de novo", pensa ele com tristeza, enquanto se vira para ir embora.


É notável que a palavra usada no Novo Testamento grego para hospitalidade significa literalmente "amor aos estrangeiros". É fácil voltarmo-nos para conhecidos e amigos, conversar com eles e convidá-los. Mas o Senhor nos chama justamente a abrir nosso coração e nossa casa para aqueles que não conhecemos.


A hospitalidade oferece uma oportunidade maravilhosa de conhecer outras pessoas, participar da vida delas, fazer o bem a elas — em resumo: demonstrar amor. E para isso fomos chamados como filhos de Deus. "Porque Deus não é injusto para se esquecer da vossa obra e do trabalho da caridade que, para com o seu nome, mostrastes, enquanto servistes aos santos e ainda servis" (Heb 6:10).


Leitura Bíblica Diária:

📖 Josué 10: 12 - 27

📖 1 Coríntios 9: 1 - 15

quinta-feira, 6 de agosto de 2026

Este achou primeiro a seu irmão Simão e disse-lhe: Achamos o Messias ... E levou-o a Jesus. João 1: 41 - 42

Contar aos outros sobre Jesus

André tinha acabado de conhecer pessoalmente o Senhor Jesus. A exclamação de João Batista: "Eis o Cordeiro de Deus!" o levou, a ele e ao seu amigo, a seguir Jesus. Poucas horas na presença de Jesus foram suficientes para convencê-lo: Jesus é de fato o Messias prometido.


Imediatamente André teve o desejo de levar outras pessoas a Jesus e apresentá-las ao Salvador. Seu primeiro objetivo, compreensivelmente, foi com seus parentes mais próximos. Seu irmão Simão, que provavelmente também estava com João Batista, foi encontrado rapidamente.


O testemunho que André deu a Simão foi curto e claro: "Achamos o Messias." Ele não disse: "Pode ser que...". Não. André estava totalmente convencido - o que aparentemente impressionou tanto seu irmão Simão, que ele deixou André levá-lo até Jesus.


A atitude de André é completamente "normal". Quem teve um encontro pessoal com Cristo quer ganhar outros para Ele. Filipe, que no dia seguinte foi encontrado pelo Senhor, age da mesma forma: todo cheio de alegria ele conta a Natanael sobre seu encontro com o Messias. Diferente de André, ele formula de maneira mais detalhada — e diferente de Simão, Natanael primeiro expressa dúvidas. Mas ele também acaba aceitando o convite.


Sem dúvida, esses quatro homens já esperavam o Messias; seus corações, portanto, estavam preparados para receber o Senhor Jesus. E ainda assim surge para nós a pergunta: Quando foi a última vez que nos esforçamos para levar uma pessoa ao Senhor Jesus? Esse é o nosso desejo - e oramos concretamente por isso?


Leitura Bíblica Diária:  

📖 Josué 10: 1 - 11

📖 1 Coríntios 8: 9 - 13

quarta-feira, 5 de agosto de 2026

Porque, ainda dentro de pouco tempo, aquele que vem virá e não tardará. Hebreus 10: 37

Não desista — Perto está o Senhor

Este breve versículo provém de uma carta dirigida a cristãos fiéis que se converteram do judaísmo ao Senhor Jesus — e que agora eram perseguidos por causa de sua fé. Muitos haviam perdido seus bens, mas sua fé em Cristo os capacitou a aceitar essa perda “com alegria” (v. 34).


O autor da Carta aos Hebreus, porém, sabe: uma vitória na fé, uma vez conquistada, não é garantia de que a vida espiritual continuará sempre vitoriosa. Quando o sofrimento persiste, cresce o risco de se cansar e desistir. É exatamente contra isso que se dirigem as exortações e encorajamentos desta carta.


Os crentes são advertidos a não recair no judaísmo sob a pressão da perseguição, mesmo que isso aconteça apenas externamente, no que diz respeito à “confissão de fé”. Em vez disso, vale para todo crente: perseverar até o fim e “conservar firme a confissão de fé” (cap. 4: 14) . Capítulo após capítulo, o autor deixa claro o quanto eles haviam encontrado no Senhor Jesus o “melhor”: Cristo é o cumprimento de tudo o que na Antiga Aliança era apenas “figura e sombra” (cap. 8: 5).


Por fim, o autor apresenta aos crentes a esperança da vinda do Senhor Jesus. Essa perspectiva é fonte de consolo, força e alegria. — “Ainda um pouquinho de tempo”, escreve ele. Isso mostra o quanto ele próprio estava impressionado com a vinda do Senhor! Seu coração estava cheio de Cristo. E isso fazia com que o tempo restante lhe parecesse curto — porque a meta estava tão próxima. Também a expressão “aquele que vem” deixa claro que o Senhor Jesus já está prestes a voltar para nos levar para a sua glória.


“Certamente, cedo venho. Amém! Ora, vem, Senhor Jesus!” (Apocalipse 22: 20).


Leitura bíblica diária: 

📖 Josué 9: 17 - 26

📖 1 Coríntios 8: 1 - 8



terça-feira, 4 de agosto de 2026

Este [Quis] tinha um filho, cujo nome era Saul, jovem e tão belo, que entre os filhos de Israel não havia outro homem mais belo do que ele; desde os ombros para cima, sobressaía a todo o povo. 1 Samuel 9: 2

Qualificações para servos

Quem se candidata a um cargo ou a um ofício precisa ter certas qualificações para corresponder às exigências. Quanto mais exigente for a atividade, maiores habilidades o candidato precisa demonstrar.


Em Israel também havia um cargo importante a ser preenchido: o mais alto do país. Pela primeira vez, por insistência do povo, um rei deveria ser estabelecido. A escolha recaiu sobre Saul, filho de Quis. E assim ele se tornou o primeiro rei sobre Israel.


Mas que requisitos Saul trazia consigo? Ele vinha de uma família respeitada, era jovem, era bonito e de aparência imponente — mais alto do que todo o povo. Eram de fato características marcantes, porém apenas exteriores. Seriam suficientes para a tarefa responsável que estava diante dele? A história posterior de Saul mostra claramente que não. O que lhe faltava era um relacionamento pessoal com Deus.


Bem diferente foi a vocação do seu sucessor, Davi. O profeta Samuel deveria ungir um dos filhos de Jessé como rei, mas Deus precisou adverti-lo para não olhar a aparência: “Porque o SENHOR não vê como vê o homem. Pois o homem vê o que está diante dos olhos, porém o SENHOR olha para o coração”. Assim Davi, o mais jovem e menos considerado dos filhos, foi ungido rei. Ele era “um homem segundo o coração de Deus” (1 Sm 16:7; 13:14).


Também hoje não são as habilidades naturais ou características exteriores atraentes que contam no serviço a Deus e ao seu povo, mas sim o temor a Deus, a dedicação ao Senhor e o amor pelo seu povo.


Leitura bíblica diária

📖 Josué 9:1-15

📖 1 Coríntios 7:25-40

segunda-feira, 3 de agosto de 2026

Lança o teu pão sobre as águas, porque, depois de muitos dias, o acharás. Eclesiastes 11: 1

 A bênção da oração

Nos anos 1990, uma sociedade missionária na Ásia do Sul publicou um cartaz que convocava à oração pelos cristãos perseguidos na China. Ele mostrava uma foto bonita de cerca de dez crianças chinesas — um instantâneo tirado em algum lugar daquele país enorme. Uma única imagem de uma população de mais de um bilhão de pessoas.


Muitos anos depois, o chinês Jim, um funcionário dessa sociedade missionária, foi transferido para os EUA. Enquanto isso as fronteiras da China tinham se aberto aos poucos, mas a perseguição aos cristãos continuava. Um dia Jim está dirigindo seu carro quando vê uma jovem chinesa na beira da estrada pedindo carona. Por amor aos seus compatriotas ele para e a leva com ele.


Durante a viagem a conversa se desenvolve — e para sua grande alegria Jim descobre que a jovem é uma cristã. Há algum tempo ela tinha conseguido sair da China e emigrar para os EUA. Jim conta a ela sobre sua sociedade missionária e sobre como, por muitos anos, ele se dedicou pelos cristãos perseguidos na China. Por fim ele para por um momento, abre a carteira e tira uma foto antiga — a imagem do cartaz de oração de antigamente.


A jovem olha para ela — e de repente grita! Ela aponta para uma das crianças e diz emocionada: “Ali, essa sou eu!”


Que encorajamento para Jim — e para nós! Vamos orar com insistência pelos nossos irmãos na fé que vivem em países onde o Evangelho é combatido! O nosso Deus é um “Ouvinte de orações” (Salmos 65: 2).


Leitura bíblica diária

📖 Josué 8:24-35

📖 1 Coríntios 7:12-24