Orai uns pelos outros!
Este é um princípio importante que encontramos aqui: não devemos pensar apenas em nós mesmos na oração, mas também orar uns pelos outros! Deus exige aqui que os três amigos de Jó não ofereçam apenas um holocausto por si mesmos, mas também peçam a Jó que interceda por eles. Somente quando ele orasse por eles Deus perdoaria seus pecados — caso contrário Deus lhes faria “conforme a sua loucura” (v. 8). E assim acontece: Jó ora por seus amigos e Deus lhes perdoa.
Que lição impressionante! Às vezes nossa vida espiritual — ou a de nossos parentes e amigos — empobrece. Será que isso acontece porque subestimamos a oração e não nos damos ao trabalho de orar uns pelos outros?
É bonito ver que Jó aqui ora por seus amigos — sem amargura, sem nenhum vestígio de rancor, sem desejo de vingança pelo mal que sofreu. Ainda hoje é uma grande contradição ter recebido o perdão de Deus e experimentado o amor fraternal — e ao mesmo tempo se recusar a falar com outros e mostrar-se frio e irreconciliável.
Não preciso esperar até que meu irmão ou minha irmã venha até mim e peça perdão. Não, eu mesmo darei o primeiro passo e irei até ele ou ela (Mateus 18:15). E levarei este assunto não apenas em seu nome diante do trono da graça; é importante para mim mesmo falar com o Senhor sobre isso. Pois não se trata apenas do outro, trata-se também do meu próprio coração. Só assim posso deixar o fardo com o Senhor — e encontrar graça para perdoar, misericórdia e paz interior.
Leitura bíblica diária:
📖 Juízes 1: 1 - 15
📖 2 Coríntios 1: 1 - 7