Jesus de Nazaré
Foi um momento importante no plano de salvação de Deus quando Pedro pregou o Evangelho pela primeira vez na casa de um romano. Até então, o Evangelho havia sido divulgado exclusivamente entre os judeus — agora, alcançava também os gentios. Ao fazer isso, Pedro apresentou aos seus ouvintes o centro dessa boa nova: Jesus de Nazaré, o Filho de Deus feito homem.
Pedro contou a eles como Jesus viveu na Terra — como Ele fazia o bem e curava, como Ele servia tanto a Deus quanto aos homens (v. 38). Quão misericordioso e compassivo era Jesus!
Mas como reagiu o seu povo? Com mentiras, acusaram-no de blasfêmia. A Ele, que nunca havia cometido um pecado, atribuíram um pecado digno de morte, apenas para poder levá-lo à “madeira da maldição” (1 Pedro 2: 22; Deuteronômio 21: 23) — à cruz do Gólgota. Condenaram-no como um criminoso. Quão cruéis e perversos eram os homens!
Mas então Deus agiu. Ele ressuscitou “seu Cristo” dentre os mortos. Essa foi a resposta maravilhosa de Deus à vida perfeita e à entrega total de seu Filho — entrega até a morte. Com a ressurreição e a ascensão de seu Filho, Deus confirmou que O “fez tanto Senhor como Cristo” (cap. 4: 26; 2: 36). Quão apropriada e digna foi a maneira como Deus agiu com seu Filho!
“Jesus, de Nazaré”: esse servo perfeito de Deus, que os homens rejeitaram, mas que Deus glorificou — esse Jesus é nosso Salvador e Senhor. Qual é a nossa reação? Alegria, gratidão e adoração!
Leitura bíblica diária: Jeremias 44: 24 - 45: 5; Romanos 12: 1 - 8