domingo, 15 de fevereiro de 2026

Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas. Eu sou o bom Pastor, e conheço as minhas ovelhas. João 10: 11, 14

O bom pastor


Depois de se apresentar como a porta pela qual as ovelhas devem entrar para serem salvas, Cristo agora se apresenta como o bom pastor.


O que caracteriza um bom pastor? — O fato de dar a sua vida pelas ovelhas! Davi já arriscava a sua vida quando lutava contra ursos e leões para proteger as suas ovelhas. Assim, o Senhor Jesus só pôde derrotar Satanás dando a sua vida (1 Samuel 17:36; Hebreus 2:14, 15).


Na sua parábola, o Senhor também fala de outras pessoas com quem as ovelhas podem entrar em contacto: o ladrão (v. 10) e o mercenário (v. 12).


O ladrão vem com más intenções — para roubar, matar e destruir. É chocante que alguns líderes espirituais do povo de Israel tenham se comportado como ladrões gananciosos e violentos. Também na Idade Média, líderes da Igreja cristã enriqueceram às custas dos seus membros. E mesmo hoje, líderes de seitas exploram os seus “fãs”.


O mercenário é um trabalhador pago. Quando surge o perigo, ele pensa primeiro em si mesmo — e pode não se importar com as ovelhas. Quando os babilônios sitiaram Jerusalém, o rei Zedequias agiu como um mercenário (cf. 2 Reis 25:1-7). Ainda hoje, existe o risco de os pregadores remunerados prestarem o seu serviço apenas por dinheiro — e não se preocuparem realmente com os crentes que lhes foram confiados (cf. 1 Pedro 5: 2, 3).


O Senhor, por outro lado, não é ladrão nem mercenário — Ele é o bom pastor! Ele conhece cada uma das suas ovelhas pelo nome (v. 3), conhece a nossa “formação”, os nossos pensamentos, as nossas ações e os nossos caminhos. E embora nos conheça completamente, Ele ama-nos, os Seus, até ao fim (v. 3; Salmo 103:14; 139:2.3; João 13:1).


Leitura bíblica diária: Êxodo 26: 31 - 27: 8; Lucas 10: 30 - 42

sábado, 14 de fevereiro de 2026

Em todo o tempo ama o amigo; e na angústia nasce o irmão. Provérbios 17: 17

O amigo encontra doçura no conselho cordial. Provérbios 27: 9


Amizade genuína


Possui amigos genuínos e bons? Ou ainda está à procura? A Bíblia nos mostra exemplos positivos e negativos de amizade.


Quando o filho pródigo da parábola de Jesus esbanjou a sua herança, muitos supostos amigos se reuniram à sua volta (cf. Lucas 15:11-24). Mas quando o dinheiro acabou e ele ficou em dificuldades, ninguém mais estava lá. Uma amizade que só dura enquanto se tem algo a oferecer não é verdadeira.


Você vê uma amizade verdadeira em Davi e Jônatas. A amizade deles era profunda, sincera e marcada pelo temor a Deus. Jônatas amava Davi “como à sua própria alma” (1 Samuel 18:1). Eles confiavam um no outro e eram fiéis um ao outro.


A verdadeira amizade é dar e receber, ouvir e falar, aceitar e perdoar, conviver cordialmente e orar uns pelos outros. Ela prova o seu valor mesmo quando é posta à prova.


No entanto, mesmo a melhor amizade entre crentes tem os seus limites. O amor e a fidelidade perfeitos só existem no Senhor Jesus, que, precisamente quando é realmente necessário, está presente com a sua compaixão e ajuda. Ele nunca abandonará os seus. Mesmo Jônatas, por mais sincero que fosse, não acompanhou Davi até o fim. Quando Davi teve que fugir de Saul, Jônatas permaneceu em Jerusalém (1 Samuel 23:18).


Mas foi justamente nesse momento difícil que Davi teve experiências maravilhosas com o seu Deus: Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum, pois tu estás comigo” (Salmo 23:4). “Eu te amarei do coração, ó SENHOR, fortaleza minha! ... Porque contigo entrei pelo meio de um esquadrão e com o meu Deus saltei uma muralha” (Salmo 18: 2, 30).


Leitura bíblica diária: Êxodo 26: 15 - 30; Lucas 10: 17 - 29

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Estes converterão as suas espadas em enxadões e as suas lanças, em foices. Isaías 2: 4; Miquéias 4:3

Forjai espadas das vossas enxadas e lanças das vossas foices. Joel 3:10


Afirmações contraditórias na Bíblia?


À primeira vista, poderíamos pensar que o versículo do livro de Joel foi citado incorretamente. Ao contrário de Isaías e Miquéias, Joel profetiza que os instrumentos agrícolas serão transformados em armas de guerra. Em Isaías e Miquéias, é exatamente o contrário, mas isso não significa que a Bíblia se contradiga ou que um profeta tenha citado o outro incorretamente. Em vez disso, os três profetas iluminam diferentes períodos do futuro de Israel.


Joel olha para uma fase anterior dos últimos dias do que Isaías e Miquéias. Ele prevê um tempo de grandes guerras entre as nações, em que as ferramentas de paz serão transformadas em armas. Em um tempo posterior, um tempo de paz, ocorrerá o processo inverso! Então, as armas serão desnecessárias — é disso que Isaías e Miquéias falam.


A profecia de Joel se cumprirá quando o Senhor reunir as nações para o julgamento. Esse tempo ainda está por vir (Joel 3: 2, 12). Da mesma forma, as promessas de paz de Isaías e Miquéias só se cumprirão “no fim dos tempos” (Isaías 2: 2; Miquéias 3: 1). Só haverá paz mundial quando Cristo voltar pessoalmente à Terra; até lá, teremos que esperar.


Para nós, cristãos, é um grande encorajamento saber que Deus cumprirá o seu plano de salvação, mesmo em um mundo conturbado, cheio de armas, inimizade e pecado. O que Deus decidiu, Ele realizará — por meio de nosso Senhor Jesus Cristo, o Príncipe da Paz.


Leitura bíblica diária: Êxodo 26: 1 - 14; Lucas 10: 1 - 16

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

O que entoa canções junto ao coração aflito é como aquele que se despe num dia de frio e como vinagre sobre salitre. Provérbios 25: 20

O Senhor JEOVÁ me deu uma língua erudita, para que eu saiba dizer, a seu tempo, uma boa palavra ao que está cansado. Ele desperta- me todas as manhãs, desperta-me o ouvido. Isaías 50:4

 

Quem deseja consolar um coração triste precisa de sabedoria e deve procurar se colocar no lugar do outro. Muitas vezes isso não é fácil, especialmente quando estamos bem. Gostaríamos então que nosso bom estado de espírito “contagiasse” o outro. Mas essa é a abordagem errada, e o resultado muitas vezes é uma rejeição interior, como o borbulhar do vinagre sobre o bicarbonato de sódio. Assim, só se causou dor ao triste.


Jó, o homem provado pela dor, recebeu a visita de seus amigos quando eles souberam de sua miséria. Durante sete dias, eles não ousaram dizer uma palavra, “porque viam que a dor era muito grande” (Jó 2:13). Com isso, certamente o consolaram mais do que com as muitas palavras que vieram depois e que apenas causaram amargura.

 

O Senhor Jesus, cuja voz ouvimos através da palavra profética de Isaías, é também aqui o nosso grande modelo. Ele falava sempre a partir da comunhão direta com Deus. Por isso, tinha a palavra certa para cada um, que correspondia à sua necessidade. Para quem estava cansado, Ele tinha uma palavra revigorante, e para quem estava triste, Ele assegurava consolo (Mateus 5:4). Todos sentiam que Ele falava “palavras de graça” (Lucas 4:22). E quantas vezes lemos que Ele estava “comovido” com as necessidades ao seu redor e, movido por essa emoção, ajudava!


Assim, também nós queremos levar ao coração todos os dias o pedido: Senhor, dá-me a sensibilidade certa para as necessidades do meu próximo e permite-me lidar com elas com empatia. Faz com que a Tua graça se torne mais visível na minha vida!


Leitura bíblica diária: Êxodo 25: 23 - 40; Lucas 9: 51 - 62

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Para vós outros, portanto, os que credes, é a preciosidade; mas, para os descrentes, A pedra que os construtores rejeitaram, essa veio a ser a principal pedra, angular. 1 Pedro 2:7

Era forasteiro, e me hospedastes;... Em verdade vos afirmo que, sempre que o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes. Mateus 25:35-40


O governante legítimo


Robert the Bruce (1274-1329), coroado rei da Escócia em 1306, é obrigado a fugir após a devastadora derrota contra o rei inglês Eduardo I. Ele busca refúgio nas inóspitas Terras Altas da Escócia.


Certa noite, cansado, ele bate à porta de uma mulher pobre e pede um lugar para passar a noite. “E quem é você?”, pergunta a dona da casa.


“Um estrangeiro e um viajante”, responde Robert com cautela. “Entre”, convida a senhora idosa. “Todos os estrangeiros e todos os viajantes são bem-vindos por causa de uma pessoa.” “E quem é esse único?”, pergunta Robert, surpreso. A mulher sorri: “Nosso rei Robert the Bruce. Mesmo que muitos o tenham rejeitado e seus inimigos o tenham perseguido com cães e cavalos, para mim ele é o rei legítimo de toda a Escócia!”


Jesus Cristo, o Filho de Deus, foi rejeitado, condenado e morto neste mundo. Mas para os crentes, Ele é seu amado Salvador, o legítimo Senhor, a única autoridade para suas ações, o fundamento e o centro de suas vidas, a fonte de sua felicidade, a âncora de sua confiança e o objetivo de sua esperança.


Ainda hoje, muitos cristãos são perseguidos por não negarem seu Senhor, essa pessoa maravilhosa. Podemos orar por eles e defendê-los — por causa do Senhor, a quem eles e nós pertencemos.


O segundo versículo do dia deixa claro: Cristo avalia toda ajuda aos perseguidos como se tivéssemos acolhido a Ele mesmo.


Leitura bíblica diária: Êxodo 25: 1 - 22; Lucas 9: 37 - 50

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Responderam Sadraque, Mesaque e Abede-Nego ao rei: ... Se o nosso Deus, a quem servimos, quer livrar-nos ... da fornalha de fogo ardente … Se não, fica sabendo, ó rei, que não serviremos a teus deuses, nem adoraremos a imagem de ouro que levantaste. Daniel 3: 16 - 18

A coragem da fé pode trazer sofrimento

 

Esses três homens se encontravam em uma situação extremamente complicada: eles deveriam se prostrar diante da imagem do rei Nabucodonosor, caso contrário, seriam condenados à morte. Como teria sido fácil para eles dizerem: “O rei está decidido. Deus sabe que não o fazemos por convicção, mas é melhor nos curvarmos”. Mas eles não falaram assim. Tomaram a corajosa decisão de não se prostrarem diante da imagem, mesmo que isso lhes custasse tudo.


E quanto tiveram que sofrer por isso! O rei irado mandou jogá-los numa fornalha ardente, mas, no meio das chamas, o próprio Deus veio até eles e os salvou de maneira milagrosa.


Imaginemos que tivéssemos perguntado a eles depois: “Vocês teriam preferido que Deus impedisse o rei de jogá-los na fornalha? Ou foi mais valioso experimentar a presença de Deus de forma tão real na fornalha?” O que eles teriam respondido? Sem dúvida: “Preferiríamos novamente o caminho que Deus escolheu para nós! Nunca experimentamos algo assim. Nosso Deus estava diretamente conosco! A experiência mais bonita que já tivemos!”


Não é isso uma lição para nós? Há situações em que precisamos tomar decisões. Para evitar dificuldades, às vezes tendemos a fazer concessões inadequadas. É melhor permanecer firme e mostrar nossa posição — mesmo que isso traga desvantagens.


E, assim como os homens na fornalha, também nós teremos a experiência avassaladora de que Deus, o “Pai das misericórdias”, está conosco. Ele nos encorajará em meio às dificuldades — Ele, o “Deus de toda consolação” (2 Coríntios 1:3).


Leitura bíblica diária: Êxodo 24: 1 - 18; Lucas 9: 28 - 36

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas, sim, poderosas em Deus, para destruição das fortalezas. 2 Coríntios 10:4

O feiticeiro e o evangelista


Por muito tempo, os habitantes de Samaria seguiram um feiticeiro chamado Simão. Mas então veio Filipe, o fiel evangelista — e com ele a vitória da verdade de Deus (Atos 8). Filipe oferecia um programa contrastante ao de Simão. Simão praticava feitiçaria e mantinha o povo sob seu feitiço. As pessoas ficavam extasiadas com o que viam. Mas quando Filipe lhes pregou “o Cristo”, elas ficaram maravilhadas com o que ouviram. Simão conseguiu reunir seguidores para si mesmo. Filipe, por outro lado, pregou Cristo, batizou os que creram em seu nome e os tornou seguidores de Cristo. As artes mágicas de Simão fizeram com que ele fosse chamado de “grande virtude de Deus”. Mas quando Filipe chegou, as pessoas ouviram a palavra da cruz, que é “o poder de Deus” para aqueles que são salvos (cf. 1 Coríntios 1:18).


Filipe ficou impressionado com os feitiços de Simão? Evidentemente que não. E vice-versa: como Simão reagiu aos milagres que aconteceram pelo poder de Deus? Ele ficou fora de si! As maquinações de Simão provocaram entusiasmo momentâneo — mas a pregação de Filipe trouxe grande e duradoura alegria. Satanás tenta destruir a obra de Deus por meio da imitação. Mas, diante da “luz do evangelho da glória de Cristo”, fica claro que as ações do diabo nada mais são do que “prodígios de mentira” e “obras infrutuosas das trevas” (2 Coríntios 4: 4; 2 Tessalonicenses 2: 9; Efésios 5: 11).


Lá está o mago Simão, sentado aos pés do evangelista, maravilhado (infelizmente sem ser tocado interiormente). Que testemunho do poder da verdade de Deus — arma “poderosa em Deus, para destruição das fortalezas” de Satanás!


Não devemos subestimar o poder das trevas, mas também não precisamos temê-lo. O poder de Deus é mais forte!


Leitura bíblica diária: Êxodo 23: 20 - 33; Lucas 9: 18 - 27

domingo, 8 de fevereiro de 2026

Em verdade vos digo que eu sou a porta das ovelhas. ... Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens. João 10: 7 - 9

Como em algumas outras vezes, do “eu sou” do Senhor Jesus no Evangelho de João, Ele também usa aqui uma linguagem figurativa: desta vez, Ele se refere a si mesmo como “a porta”. Uma porta serve em duas direções — para entrar e para sair.

É notável que o Senhor se chame aqui duas vezes “a porta” — primeiro “a porta das ovelhas” e depois, de forma geral, “a porta”. Como “porta das ovelhas”, Ele tem autoridade exclusiva para conduzir as suas ovelhas para fora do sistema religioso que Deus havia originalmente estabelecido, mas que se tornou um sistema morto. Os crentes não deveriam permanecer mais nele.


Ao mesmo tempo, porém, Cristo também é “a porta” para uma área de bênçãos. Todos são bem-vindos,

independentemente de quem sejam. É por isso que aqui está escrito “alguém”. Mas somente aquele que “entra” por meio de Cristo experimentará a tríplice bênção que Ele promete:


1. A primeira grande bênção é a salvação. Como a porta está aberta para todos, trata-se aqui da salvação da alma — da redenção do pecado e do julgamento, que todo ser humano necessita.


2. Uma segunda bênção é a liberdade que o pastor concede às suas ovelhas, para que elas possam “entrar e sair”. Os judeus estavam, de certa forma, confinados pela lei mosaica e suas prescrições. O rebanho cristão, por outro lado, desfruta da liberdade e do privilégio de se aproximar diretamente de Deus em oração (“entrar”) e levar o evangelho ao mundo (“sair”).


3. Uma terceira bênção é o alimento espiritual. Sob a liderança de Cristo, o rebanho encontra “pastagem”. No Novo Testamento, descobrimos uma abundância de bênçãos espirituais para o homem interior — muito mais do que o Antigo Testamento poderia revelar.

Todas as bênçãos dos crentes têm sua origem em Cristo.


Leitura bíblica diária: Êxodo 23: 1 - 19; Lucas 9: 10 - 17

sábado, 7 de fevereiro de 2026

Porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé. Quem é que vence o mundo, senão aquele que crê que Jesus é o Filho de Deus? 1 João 5: 4, 5

Vencer o mundo


A Palavra de Deus deixa bem claro que o mundo odeia os crentes porque também odeia a Cristo (João 15: 18). Por “mundo” entende-se o sistema dominado por Satanás, um sistema que conscientemente quer passar sem Deus. O próprio Satanás é “o príncipe deste mundo” (João 12: 31).


Deus enviou seu Filho Jesus Cristo como Salvador. No entanto, as pessoas rejeitaram Jesus e O crucificaram. Não é de se admirar que o mundo também nos odeie, os seus seguidores. Talvez nem sempre vivenciemos isso pessoalmente — muitas pessoas se mostram tolerantes —, mas o “sistema mundial”, com todas as suas ideologias, ainda assim é fundamentalmente contra nós.


Após nossa conversão, Deus não nos retirou do mundo, mas nos deixou nele para que sejamos testemunhas Dele para as pessoas. Portanto, precisamos aprender a lidar com o mundo. No entanto, existe o risco de amarmos as coisas deste mundo, pois muitas delas parecem bastante atraentes. Mas amar o mundo não é uma opção. A amizade com o mundo é inimizade contra Deus (Tiago 4: 4).


Nosso versículo diário mostra a maneira correta de lidar com o mundo: os filhos de Deus o vencem. Mas isso é mesmo possível? Sim, porque a fé no Filho de Deus nos dá a vitória. Ele mesmo venceu o mundo (João 16: 33) quando se entregou voluntariamente pelos pecadores – embora eles O odiassem e O matassem. Depois disso, Ele ressuscitou vitorioso. A ocupação com o ressuscitado e sua glória como Filho de Deus nos dá força diante das nossas dificuldades no mundo. E o que o mundo pode fazer com alguém para quem o Filho de Deus é tudo? Assim vencemos o mundo.


Leitura bíblica diária: Êxodo 22: 1 - 31; Lucas 9: 1 - 9

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Naquela mesma noite, fugiu o sono do rei. Ester 6: 1

Não é coincidência


O livro de Ester descreve a situação do povo judeu no exílio persa durante o reinado do rei Assuero (485-464 a.C.). É notável que o nome de Deus não seja mencionado nenhuma vez em todo o livro. Parece que o povo se afastou de Deus — e que Deus, por isso, também não pode mais se declarar ao seu povo.


Então, de repente, surge um grande perigo: o ministro persa Hamã, que odeia o temente a Deus Mardoqueu, convence o rei a matar todos os judeus do reino! No entanto, aparentemente por uma série de coincidências, ocorre uma reviravolta dramática. Lemos sobre isso no capítulo que começa com o versículo do dia. Mas foram realmente coincidências?


  • Foi coincidência que o rei não conseguisse dormir justamente na noite em que Hamã planejava enforcar Mardoqueu?


  • Foi coincidência que lhe lessem justamente uma crônica do império como “leitura de cabeceira”?


  • Foi coincidência que nela aparecesse justamente o relato de como Mardoqueu havia frustrado um atentado contra o rei?


  • Foi coincidência que Hamã entrasse na corte exatamente naquele momento — e Assuero o encarregasse de honrar Mardoqueu publicamente?


Não, não foram coincidências! Deus dirigiu tudo com mão invisível para salvar seu povo. E isso foi pura graça, pois o relacionamento de seu povo com Ele havia atingido um ponto baixo. Também em nossa vida há momentos difíceis, em que pouco se sente de um relacionamento vivo com o Senhor. Mas mesmo assim Deus não nos abandona. Pelo contrário, Ele age — muitas vezes de forma oculta — para nossa restauração. Quando experimentamos essa fidelidade silenciosa de Deus, isso deve nos motivar a levar nossa vida conscientemente com Ele.


Leitura bíblica diária: Êxodo 21: 7 - 36; Lucas 8: 49 - 56

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Eu vejo os seus caminhos e os sararei; também os guiarei e lhes tornarei a dar consolações e aos seus pranteadores. Isaías 57: 18

O Senhor se lembra de você


Deus cuida daqueles que estão em dificuldades. Já naquela época, Ele ouviu e viu as lamentações do seu povo no Egito (Êxodo 3: 7). E também no futuro Ele ajudará o seu povo Israel quando estiver em grande necessidade — é disso que fala o versículo do dia. Deus também consola hoje todos os que estão tristes e diz, por assim dizer: “Eu vejo a tua necessidade e as tuas perguntas. Meus pensamentos estão com você. Saiba que eu não impedi o que causou a tua tristeza. Sim, eu mesmo permiti tua provação. Confie em mim nesta hora sombria, mesmo que você ainda não compreenda minhas ações!”


O versículo do dia mostra como Deus age de maneiras diversas com o seu povo: Ele vê, cura, guia e consola:


  • Deus vê seus caminhos, sua situação pessoal. Somente Ele sabe por que essa provação é necessária para você. Ele não permitirá que você seja provado além de tuas forças e já tem o resultado em vista, para que você possa suportar a provação (1 Coríntios 10: 13).


  • Deus cura, derramando óleo sobre tuas “feridas” (cf. Lucas 10:34). Ele lhe concede uma palavra da Bíblia que alivia tuas feridas internas, para que não haja endurecimento.


  • Deus o guia, Ele sabe exatamente qual orientação você precisa no momento. “O SENHOR te guiará continuamente ... e fortificará teus ossos” (cap. 58: 11).


  • Deus o consola “como a alguém que sua mãe consola” (cap. 66: 13). Uma mãe não demonstra seu amor apenas no momento da dor, mas também cuida, protege e zela por ele durante o período de recuperação.


No Salmo 40:17, Davi confessa: “Eu sou pobre e necessitado; mas o Senhor cuida de mim: tu és o meu auxílio e o meu libertador; não te detenhas, ó meu Deus!” Você pode se agarrar a isso!


Leitura bíblica diária: Êxodo 20: 8 - 21: 6; Lucas 8: 40 - 48