Apocalipse 16
João ouve, saindo do templo cheio de fumaça, uma voz alta. “Voz alta” é literalmente “voz grande”. Neste capítulo a palavra “grande” aparece com frequência . A injustiça é grande e a ira de Deus é grande. Grande e extensa é a área da injustiça, grandes e pesadas são também as armas da ira de Deus.
A voz alta dá aos sete anjos a ordem de partir para a ação. Eles devem ir, cada um para a área da terra que lhe foi designada. Ali devem derramar as suas taças, cheias da ira de Deus. O conteúdo será derramado de repente e completamente sobre os alvos da ira de Deus. A ira de Deus se manifesta aqui de modo que não é mais uma estocada com a vara para corrigir uma ação errada, mas um juízo completo e repentino que abate o mal.
Uma taça após a outra é esvaziada com um único movimento. As pragas se seguem com grande rapidez. Provavelmente esses juízos, que não pouparão nada nem ninguém, serão concluídos em poucos dias. Também não serão mais anunciados, como aconteceu nas duas séries anteriores (selos e trombetas). Vêm sem aviso prévio, pois Deus já avisou com frequência suficiente .
As quatro primeiras pragas das taças têm muita semelhança com as quatro primeiras pragas das trombetas no capítulo 8. As pragas das quatro primeiras taças atingem as mesmas áreas que as das quatro primeiras trombetas. A diferença, porém, é que os juízos das trombetas se referiam a uma parte limitada da terra (um terço), enquanto os juízos das taças não têm essa limitação.
Para enfatizar a rapidez com que se age, aqui não diz que o primeiro anjo foi, mas apenas: “E o primeiro foi.” Você encontra isso também em todos os casos seguintes. O primeiro derrama a sua taça sobre a terra. Isso não é a terra no sentido amplo do , mas no sentido limitado de “a terra seca”, porque depois também se fala de outras áreas da terra (mar, rios).
Depois que o anjo derramou a sua taça, os efeitos se tornam visíveis imediatamente. As pessoas ligadas à besta e que lhe dão honra recebem como marca uma úlcera repugnante e incurável. Não será uma úlcera pequena, na qual se cola um curativo, mas uma úlcera enorme e visível que não pode ser tratada. Numa úlcera a imundícia interior vem para fora. Isso vem acompanhado de dores; a beleza exterior desaparece, resta apenas a feiura repulsiva.
Para pessoas que sacrificam tudo por um corpo perfeito, tanto no que diz respeito à saúde quanto à forma física, isso é uma catástrofe enorme. Elas fizeram de tudo para manter o corpo em plena forma. Agora, por um ato da ira de Deus, o corpo delas vira um caco, um exemplo lamentável de miséria e dor. Assim como outrora Satanás feriu Jó com chagas malignas , assim Deus fere agora os seguidores da besta com isso ; .
Sem uma nova ordem do céu — a ordem do é uma ordem para todos os sete anjos — o segundo anjo derrama a sua taça. A área que lhe foi designada é o mar. O derramar da sua taça tem como consequência imediata o mar se tornar sangue. Mas não é sangue que corre, no qual ainda seria possível haver movimento, e sim está coagulado. Num morto o sangue não corre mais. O mar se transforma numa massa coagulada. Nada do que nele vive consegue mais se mover, mas morre na hora. O mau cheiro correspondente será insuportável .
Na aplicação espiritual pode-se ver o mar como símbolo de todos os povos, onde reina a desordem (em contraste com a terra como símbolo de um todo ordenado). Cada um vive para si, a autoridade não é reconhecida. Ao derramar a segunda taça, esse comportamento se torna uma praga. Cada um fica tão independente que não é mais possível alcançá-lo ou que ele alcance outro. Como consequência do total embotamento espiritual, toda comunicação está morta. Reina a solidão. As pessoas já estavam espiritualmente mortas no que diz respeito ao relacionamento com Deus, agora a morte também entrou na comunhão com o próximo.
Se ainda houvesse alguma esperança de que os rios levassem água fresca ao mar e assim o mar pudesse voltar a ter vida, essa esperança é destruída pelo terceiro anjo. A taça que ele derrama atinge os rios, de modo que eles se tornam sangue. Também as fontes de água independentes sofrem esse destino. Não se pode tirar água para se refrescar ou para levar refrigério a outro lugar.
Toda água está transformada em sangue. Toda possibilidade de levar vida para onde há morte é cortada. A morte acrescenta morte; ela domina e exige cada vez mais vítimas. Quando o homem está separado de Deus e do seu próximo, está totalmente sob a influência da morte, sem nenhuma alternativa.
Leia novamente .
Pergunta ou tarefa: O que você acha chocante na descrição dos anjos e dos juízos que eles executam?
Depois que o terceiro derramou a sua taça e antes que o quarto derrame a sua, ressoa a voz de um outro anjo. Ele é especificado como o anjo das águas. As águas parecem ser a área que Deus lhe designou para agir ; . Por isso ele estará de modo especial ligado ao segundo e ao terceiro anjo. O anjo fala a Deus e lhe diz que os seus juízos provam que Ele é justo. Ele confirma a legitimidade.
Ele confirma também que dos juízos de Deus se reconhece que Ele é como sempre foi: o Santo. Os juízos de Deus sobre o mundo no fim da história não são diferentes dos seus juízos no começo do mundo, como no dilúvio e sobre o Egito. Ele não é um governante caprichoso que muda constantemente as suas normas. Nos seus juízos Ele é totalmente coerente.
Nos juízos das taças Deus age segundo o princípio “olho por olho, dente por dente” . Pode-se dizer também que o homem colhe o que semeou . O anjo expressa isso ao afirmar que os que derramaram sangue receberam para beber sangue nos dois juízos anteriores. Como eles derramaram sangue, das taças saiu sangue que causou a morte deles.
A expressão “são merecedores” é usada em sentido positivo ; , mas também em sentido negativo. Também o juízo atinge alguém porque ele “é merecedor”. Quem derramou sangue de santos e profetas demonstrou claramente que odeia tudo o que é de Deus (santos) e o que lembra dEle (profetas). Com isso excluiu-se de toda bênção que Deus ainda dava por meio dos seus santos e profetas. Quem age assim torna-se digno do juízo.
No sentido espiritual Deus fez a sua bênção chegar ao seu povo por meio dos seus profetas. Mas eles rejeitaram esses “rios”, e por isso eles se transformaram em sangue. Também agora todos os “rios” são rejeitados e se tornam rios de sangue. A Palavra de Deus e os seus mandamentos foram dados para bênção. Mas as pessoas não querem nada com isso.
A consequência é que a abnegação se transforma em busca de status, a submissão dos filhos aos pais em rebelião. O amor exclusivo do marido pela esposa no casamento é sentido como opressivo, por isso vive-se em formas alternativas como união livre e relacionamentos homossexuais. A submissão da mulher é escravidão, contra o que o feminismo se levanta. A eutanásia é vista como forma de respeito aos idosos; o aborto é feito por respeito à vida. A obediência às autoridades e a subordinação dos empregados são substituídas por exigências. Todas as virtudes de Deus são um abominação para o homem moderno e independente. Deus os julgará de acordo.
Após as palavras do anjo das águas, João ouve também o altar concordar com um “Sim” de que os juízos de Deus são justos. O altar se dirige ao Senhor Jesus, a quem todo o juízo foi dado e que ao mesmo tempo é Deus Todo-Poderoso. Esse altar é uma referência ao sacrifício do Senhor Jesus e à redenção de todos os crentes. A justiça de Deus não é vista em lugar nenhum com tanta clareza quanto no sacrifício do Senhor Jesus. Ele sofreu o juízo pelos pecados de todos os que creem nEle. Por isso estão livres dos juízos que atingirão a terra como praga. Mas todos os que rejeitaram o seu sacrifício serão atingidos pela praga e por ela morrerão. Do altar vem a mensagem solene de que o juízo de Deus sobre os incrédulos obstinados é tão verdadeiro e justo quanto o juízo que atingiu o Senhor Jesus por aqueles que creem nEle.
Depois a ira de Deus se estende sobre o sol, sobre o qual o quarto anjo derrama a sua taça. A consequência é que o sol brilha tão forte que os seus raios se tornam um fogo queima os homens . Contra isso não adianta protetor solar, por mais alto que seja o fator de proteção. Esse fogo é um prenúncio do inferno.
Aplicado espiritualmente, o sol representa grandes autoridades. “Os homens” são os incrédulos. Durante a grande tribulação essas autoridades são hostis a Deus. Enquanto as pessoas pensavam que esses poderosos tinham o melhor para elas em mente, eles se transformarão, pela quarta taça, em tiranos impiedosos que se voltarão contra seus súditos e os perseguirão e devorarão com prazer satânico. O jugo suave dAquele que disse que é manso e humilde de coração, eles não quiseram. Agora receberão um jugo de ferro imposto, que os esmagará sem piedade .
O calor causará dores enormes. Eles sabem que as pragas vêm de Deus, e não tentarão mais encontrar uma explicação natural para isso, como acontece hoje com todos os desastres naturais. As pessoas, porém, não querem admitir que Deus fala claramente com elas por meio de desastres naturais, para que se arrependam. Dores físicas enormes ou tormentos interiores intensos, ou ambos, as levarão a Deus, porém não com arrependimento pelos seus pecados, mas para blasfemar dEle. Mesmo sabendo, culpam-no por todo o mal.
O ódio delas contra Deus se manifesta nessas circunstâncias dramáticas com toda a violência. Elas foram tão doutrinadas pela besta e sofreram uma lavagem cerebral que nem lhes passa pela cabeça dar glória a Deus. A propaganda da besta fez o seu trabalho devastador nos seus seguidores. Elas nunca quiseram se arrepender e também não querem agora. A futura propaganda da besta lança sua sombra adiante. Por meio de jornal, rádio, televisão e internet são lançadas cada vez mais expressões e programas que contêm o afastamento de Deus. Quem prega o evangelho percebe que as pessoas estão se tornando cada vez mais duras e inacessíveis.
O quinto anjo derrama a sua taça sobre o trono da besta, ou seja, sobre o centro do seu poder. A consequência é uma escuridão que se espalha desse centro por todo o seu reino. A escuridão lembra as trevas no Egito: a nona e penúltima praga. Em completa escuridão é impossível dar um passo, porque não há nenhuma orientação nem comunicação. Nessa escuridão o homem é deixado entregue a si mesmo. Ele não sabe onde está, não vê saída e não encontra ajuda em lugar nenhum.
Nessa escuridão não há para as pessoas nenhuma distração das dores que as atormentam. Em grande desespero e ao mesmo tempo em ódio desenfreado, mordem a própria língua de dor. Antes já tinham perguntado arrogantemente quem poderia guerrear contra a besta , . Aqui está a resposta de Deus.
A besta tinha recebido o seu trono do dragão, que é Satanás . Parecia que, com a inteligência extremamente elevada da besta, com o seu conhecimento e a sua ciência, a luz voltava a brilhar forte sobre o mundo e a economia. Todas as verdades cristãs incômodas foram rejeitadas como trevas. Mas aqui chegou o tempo em que Deus não apenas ofusca todo o orgulho sobre luz superior e conhecimento superior, mas o envolve completamente em trevas.
Quando Deus traz a verdade à luz, isso significa trevas para todos os que o rejeitaram. Ele transforma em trevas a luz que foi rejeitada . Eles não saberão onde estão nem para onde ir. Também não verão mais nenhum próximo. Nesse isolamento total a alma está sozinha consigo mesma e se consome em ódio, inveja, amargura e fel.
Os tormentos e as chagas são motivo para as pessoas blasfemarem de Deus. Culpam-no por isso. Em vez de se arrependerem, permanecem nas suas ações pecaminosas. Psicólogos e políticos talvez ainda façam conferências para explicar as reações delas. Qualquer explicação, por mais ilógica que seja, é melhor do que reconhecer que se é pecador e que é preciso arrepender-se. Não querem abrir mão da sua vida dissoluta e preferem perecer com a besta a se submeterem a essas últimas pragas de Deus.
Leia novamente .
Pergunta ou tarefa: Por que as pessoas não se arrependem, embora sejam tão atormentadas pelos juízos de Deus?
Agora é a vez do sexto anjo derramar a sua taça. O alvo do conteúdo da sua taça é o grande rio, o Eufrates. Ele é a fronteira natural entre Oriente e Ocidente. Com essa praga o Eufrates é secado. Com isso o caminho para potências do Oriente (“os que vêm do nascente do sol”) é aberto para o ataque aos exércitos do Império Romano restaurado. Aí você pode pensar em países como Índia, Indonésia, China e Japão. A situação é tal que os exércitos da Europa ocidental correram em socorro de Israel, porque Israel está ameaçado pelo rei do norte.
Nesse momento João tem visão do agir secreto da trindade da impiedade: o dragão, a besta e o falso profeta. Da boca de cada um deles sai um espírito imundo. Esses espíritos parecem rãs. “Da boca” significa que fazem propaganda. O conteúdo da propaganda é imundo. A rã como símbolo serve muito bem, porque em Israel era considerada animal imundo . Rãs são mencionadas na Escritura apenas em conexão com a segunda praga sobre o Egito ; ; . Elas saem do lodo e se fazem ouvir principalmente na escuridão da noite, o que também combina com esse símbolo de propaganda inspirada por demônios.
A imundícia se tornou uma marca registrada. Com a imundícia se ganha muito dinheiro. Os muitos milhões (!) de sites pornográficos na internet, cujo número aumenta diariamente, provam que as pessoas são justamente receptivas a esse tipo de propaganda. O mundo da publicidade está envenenado com isso. O fato de a trindade anti-Deus escolher essa forma de propaganda mostra quão degenerado o homem se tornou, a ponto de viver apenas para a satisfação do prazer.
Prometa às pessoas liberdades sem limites, e elas serão conquistadas para a causa contra Deus e contra o seu Cristo. Com essa mensagem os espíritos de demônios — pois os espíritos imundos são demônios — saem e entram em ação. Eles farão sinais, por meio dos quais a mensagem deles encontrará ainda mais aceitação. A missão deles consiste em conquistar os reis de todo o mundo habitado para o seu intento, e esse é: guerra contra Deus e contra o seu Cristo. Mas astutos e mentirosos como os demônios sempre são, certamente apresentarão o plano de outra forma, talvez como uma missão de paz. Não é preciso haver paz no Oriente Médio?
A cena sombria é interrompida por uma palavra do Senhor Jesus aos crentes que estão fugindo da besta. Essa declaração deve encorajá-los naquele tempo turbulento a continuar esperando o Senhor e a vigiar. Não devem se deixar seduzir por todos os acontecimentos e principalmente pela linguagem enganosa. Para os que não estão preparados para a sua volta, o Senhor virá como um ladrão, ou seja, de forma inesperada e indesejada.
Pela terceira vez neste livro ouve-se um “Bem-aventurado”. Ele deve servir de consolo e encorajamento aos santos vivos. Enquanto as pessoas, sob a influência das “rãs”, se vestem e se comportam cada vez mais de forma vergonhosa, os santos se distinguem delas por se vestirem e se comportarem com decência. Na aplicação espiritual, as pessoas do mundo andam nuas, ou seja, todos podem ver do que a carne é capaz. Os crentes receberam as vestes da salvação, para que a carne possa ser mantida na morte.
Com a palavrinha “E” o fio é retomado: os exércitos são reunidos . Aqui você vê que na realidade é Deus quem reúne os exércitos, e não os espíritos de demônios do verso 14, que pensam que por meio da sua sedução organizaram isso por si mesmos. O lugar onde esses exércitos são reunidos é chamado pelo seu nome hebraico. Armagedom significa, portanto, também “monte da concentração de tropas”. Ali o Senhor Jesus derrotará os exércitos da Europa ocidental. Essa guerra é descrita no capítulo 19 .
Por fim é a vez do sétimo e último anjo. Durante os juízos das taças anteriores toda a convivência foi destruída em todas as suas áreas. Ainda restou uma área: o ar. Sobre ele é derramada a última taça. O ar que as pessoas respiram será sufocante, a respiração pesada e apertada.
Visto espiritualmente, o ar é a área dominada por Satanás . O ar espiritual que as pessoas respiram estará então totalmente sob o juízo de Deus. Todos os relacionamentos humanos, dos quais até os mais ímpios precisam para poder existir de forma minimamente razoável (amigos, ambiente de trabalho, família), desaparecerão. Não restará nada além de solidão sem esperança num ambiente sem esperança, sem nenhuma perspectiva de mudança. É como que um gostinho do inferno.
Com isso os juízos de Deus chegaram ao fim. Uma voz alta anuncia que à santidade de Deus (a voz vem do templo) e à justiça de Deus (a voz vem do trono) foi dada plena satisfação. Com um “Está feito” indica-se que todos os planos de Deus que Ele tinha com os seus juízos foram cumpridos. Não há mais nada que precise ser julgado.
Agora segue ainda uma descrição das manifestações que acompanham o derramar da sétima taça, e das consequências disso. Relâmpagos sublinham que o juízo vem do céu, que ocorre de repente e não pode ser detido. Os relâmpagos são acompanhados por vozes e trovões. Trovões apontam para o poderoso falar de Deus em juízo.
Esse falar impressionante do céu encontra eco na terra num terremoto tão forte que ofusca todos os terremotos anteriores . Esse último terremoto porá um fim radical a tudo o que ainda oferecia alguma segurança ao homem.
O terremoto atingirá todos os lugares habitados, onde quer que as pessoas estejam. Primeiro é mencionada a grande cidade. Qual cidade é essa não é totalmente claro. Alguns intérpretes pensam na Roma política, outros em Jerusalém . Há duas indicações que, na minha opinião, falam especialmente em favor de pensar em Jerusalém. Primeiro, Jerusalém já foi chamada assim antes . Segundo, aqui se diz que a cidade foi dividida em três partes, o que significa que a cidade não é destruída completamente, mas parcialmente poupada .
As cidades das nações são todas cidades fora de Israel. São as comunidades de vida das pessoas. No passado essas cidades sempre foram reconstruídas após catástrofes. Aqui não será o caso. Toda resistência da civilização humana ao domínio do céu provou ser um fracasso. Por fim toda comunidade de vida desaba completamente.
Por último é mencionada Babilônia. Aí temos a Roma religiosa, o poder espiritual, o sistema que deu religiosidade a um conjunto ímpio. Essa cidade vem separadamente à memória diante de Deus, e isso como um sistema sobre o qual a ira de Deus se derrama. Babilônia, o sistema romano-católico, arrogou-se o papel de representante de Deus na terra, e com isso mais desonrou o nome de Deus.
Também os lugares para onde as pessoas fugiram para escapar de todas as catástrofes são destruídos no terremoto. Não haverá mais lugar de refúgio. Todos os que ainda estiverem vivos e que possivelmente estiverem a caminho de uma ilha ou de um monte tentando escapar, serão expostos à parte final da última praga.
O último efeito da sétima taça é um granizo mortal do céu . É mencionado o peso das pedras de granizo. Convertido, o peso de uma pedra de granizo é cerca de 50 kg. As últimas gotas da última taça tomam a forma dessas pedras de granizo gigantescas, que descem sobre os homens com grande velocidade e força destruidora.
Atormentados por chagas, queimados pelo sol, envoltos em trevas, privados de todo apoio por um forte terremoto e atingidos por um granizo sem precedentes, a única resposta do homem endurecido é blasfemar de Deus. Aqui já não se diz que as pessoas não se arrependeram . Praguejando, erguem o punho cerrado contra o céu e assim afundam na morte.
Leia novamente .
Pergunta ou tarefa: Quais advertências as duas últimas pragas das taças contêm para você?
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