quarta-feira, 6 de maio de 2026

O amor não se ufana, não se ensoberbece. Seja outro o que te louve, e não a tua boca. 1 Coríntios 13: 4; Provérbios 27: 2

 A humildade do amor

William Carey (1761-1834) era um homem culto que, além dos estudos botânicos, dedicou-se especialmente à filologia. Ele empregou seus dons para o Reino de Deus. Como missionário pioneiro na Índia, teve participação decisiva nas traduções da Bíblia para cerca de 34 línguas e dialetos indianos.


Em sua juventude, Carey havia trabalhado como sapateiro. Durante um jantar oferecido pelo governador-geral inglês em Calcutá, perguntaram-lhe certa vez com desdém: “Sr. Carey, o senhor não trabalhava como sapateiro antigamente?” — “Não”, respondeu Carey com sinceridade, “eu não fabricava sapatos; eu era apenas um remendador.”


Quem está ciente de suas próprias limitações e fraquezas com honestidade e sem timidez já deu o primeiro passo para a humildade. Mas a humildade vai além: para o crente, ela é o profundo desejo de que não seja ele mesmo, mas Cristo, a ser visto e glorificado em sua vida. Somente o amor divino pode suscitar tal atitude de coração. Pois o amor não se vangloria, não se orgulha de seus sucessos, não se exalta, não pensa em si mesmo, não se compara aos outros — ele serve.


O segredo da verdadeira humildade está em estar ocupado com o Senhor Jesus e servir aos seus interesses. Um crente tinha o hábito de orar: “Senhor, dá-me força para falar sempre de Ti, quando eu puder determinar o tema da conversa.”


Quando outro missionário, no leito de morte de Carey, elogiou a obra de sua vida, Carey pediu em voz baixa que não falassem dele, mas de seu Salvador.


Leitura bíblica diária: Jeremias 37: 1 - 21; Romanos 8: 18 - 25

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