segunda-feira, 16 de março de 2026

Porque para mim o viver é Cristo. Filipenses 1:21

Cristo, o verdadeiro sol


Isaac Newton (1642-1726) foi um astrônomo, físico e matemático inglês — e um homem de fé. Conta-se que, certa vez, para investigar um fenômeno óptico, ele ficou olhando para o sol sem proteção por tanto tempo que, depois disso, passou a ver o sol em todos os lugares: nos móveis, nas roupas das pessoas ao seu redor, na comida — simplesmente em toda parte. Levou dias até que essa imagem gravada em sua retina desaparecesse.


O fariseu Saulo de Tarso, mais tarde conhecido como o apóstolo Paulo, viu o seu “sol” no caminho para Damasco. Ele relata que uma luz — mais brilhante do que o sol — o ofuscou e o derrubou no chão (Atos 26:13,14; cf. Apocalipse 1:16).


Esse encontro com o Cristo glorificado marcou Paulo tão profundamente que, a partir de então, ele passou a considerar tudo o que antes lhe era importante como “lixo” — em comparação com o conhecimento de Cristo (Filipenses 3:8). Além disso, a luz resplandecente de Cristo mostrou-lhe que sua suposta piedade era, na verdade, sem valor.


A conversão transformou Paulo radicalmente. Pois ele recebeu uma impressão tão avassaladora do Senhor no céu que, a partir daquele momento, cada respirada, toda a sua força e todo o seu interesse pertenciam a Cristo. Assim, ele pôde afirmar com plena convicção: “Para mim, viver é Cristo.”


É claro que não vimos o Senhor Jesus da mesma forma que Paulo naquela ocasião, diante de Damasco. Mas também nós podemos nos dedicar ao Cristo glorificado, podemos contemplá-Lo na fé — e isso também nos transformará. Isso direcionará nosso olhar para Cristo e nos conduzirá a um seguimento coerente.


“Mas todos nós, com cara descoberta, refletindo, como um espelho, a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória, na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor” (2 Coríntios 3:18).


Leitura bíblica diária: Êxodo 39: 22 - 31; Lucas 18: 18 - 30

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