Moisés deu a lei ao povo de Israel. Ele colocou as duas tábuas de pedra inscritas por Deus na Arca da Aliança. Mas Moisés também escreveu muitos outros mandamentos — toda a lei — em um livro (Deuteronômio 10:5; 31:24). O povo de Israel prometeu: “Tudo o que o SENHOR tem falado faremos!” (Êxodo 19:8; 24:7). Mas ninguém cumpriu essa promessa; nenhum israelita, exceto o Senhor Jesus Cristo, jamais guardou toda a lei. Portanto, todos caíram sob a maldição da lei, pois “Maldito todo aquele que não permanecer em todas as coisas que estão escritas no livro da lei, para fazê-las!” (Gálatas 3:10; Deuteronômio 27:26). O que poderia ajudar agora? Somente a graça!
Essa graça veio à terra na pessoa de Cristo, “trazendo salvação a todos os homens” (Tito 2:11). João escreve sobre essa graça no primeiro capítulo de seu Evangelho. Como o Verbo encarnado, Jesus habitou entre os homens, cheio de graça e verdade (v. 14). Ele revelou na Terra os dois atributos mais profundos de Deus: amor e luz (1 João 4:8, 16; 1:5). Para com os pecadores, o amor assume o caráter de graça, enquanto a verdade é a expressão da luz divina.
Como é belo que João mencione a graça em primeiro lugar! Pois ela precisa primeiro tocar o coração humano para que este esteja pronto para aceitar a verdade sobre sua própria condição. Encontramos essa mesma ordem na conversa do Senhor com a mulher samaritana junto ao poço de Jacó (capítulo 4). O Senhor primeiro falou com ela com graça e ofereceu-lhe a água da vida. Mas, no decorrer da conversa, Ele também a confrontou com a verdade sobre sua condição moral e dirigiu-se à sua consciência. Ela não negou essa verdade e mais tarde disse aos habitantes de sua cidade: “Disse-me tudo quanto tenho feito” (João 4:39).
Leitura bíblica diária: Jeremias 31: 15 - 26; Romanos 5: 11 - 16
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