Canto — no céu e na terra
Uma cena impressionante: o Senhor Jesus, como “o Cordeiro”, está no Monte Sião e, com Ele, os vencedores que Lhe permaneceram fiéis durante o tempo da mais terrível perseguição, a Grande Tribulação.
Nem todos os crentes sobreviveram a esse tempo terrível; muitos morreram como mártires. Eles já estão no céu e cantam “um cântico novo”. Os redimidos na Terra respondem a esse coro celestial: eles aprendem o cântico e se unem a ele. Por toda a Sagrada Escritura percorre essa verdade: os redimidos cantam! Qual é o tema de seus cânticos? Sobre o que deveriam cantar, senão sobre sua gloriosa redenção — e mais ainda: sobre Aquele que os redimiu, o Cordeiro?
De onde vêm tais canções? Somente do céu. Lá está Cristo, que “em seu sangue nos lavou dos nossos pecados”; lá está tudo o que possuímos n’Ele: nossas “bênçãos espirituais nos lugares celestiais” (Efésios 1: 13).
Muitas pessoas no chamado mundo cristão há muito tempo baniram o Cristo das Escrituras de seus cânticos. É verdade que ainda cantam sobre a paz, mas ignoram o Príncipe da Paz. Cantam sobre a alegria, mas não é a alegria no Senhor.
Não somos também nós, os crentes de hoje, assim como os mártires do tempo da tribulação, resgatados pelo sangue do Cordeiro? Então, é também nosso privilégio e nossa alegria “aprender” canções — canções sobre Ele e sobre as glórias que Lhe são associadas!
Não deveríamos, portanto, cantar com alegria repetidamente?
Leitura bíblica diária: Jeremias 27: 1 - 11; Romanos 3: 1 - 8
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