Um jardim fechado
Com o “Cântico dos Cânticos”, Salomão nos deixou um livro bíblico maravilhoso. Em seu significado literal, ele descreve a relação entre Deus e seu povo Israel — representada pelo relacionamento amoroso do rei Salomão com uma jovem chamada Sulamita. No entanto, algumas lições deste livro também se aplicam a nós, como povo celestial de Deus. O Senhor Jesus nos ama — e deseja que retribuamos o seu amor.
O capítulo 4 mostra, com palavras cheias de imagens, como o rei fala com admiração sobre sua amada. Só depois disso, no capítulo 5, ela descreve o que ele significa para ela — e isso somente após um certo amadurecimento interior.
Também “nós amamos porque ele nos amou primeiro” (1 João 4: 19). Mas temos “muito a dizer” sobre o nosso Amado — como a noiva do rei e o autor da Carta aos Hebreus (cf. Hebreus 5: 11)? Ou nossos corações estão apáticos e, com isso, nossas palavras são escassas?
No versículo do dia, o rei descreve sua noiva como um “jardim fechado” e a chama também de “uma fonte selada”. Com isso, ele deixa claro: ela pertence única e exclusivamente a ele. Além disso, ele a chama de “uma fonte selada”. Ela está protegida de influências externas — nada deve prejudicar sua capacidade de refrescá-lo.
Como está o nosso amor por Cristo? Vivemos em um mundo que quer nos dominar de todas as maneiras possíveis. Somos para Ele um “jardim fechado” e “uma fonte selada” — totalmente dedicados a Ele, imaculados, como uma noiva deve ser para o seu noivo? Paulo escreve: “Porque estou zeloso de vós com zelo de Deus; porque vos tenho preparado para vos apresentar como uma virgem pura a um marido, a saber, a Cristo” (2 Coríntios 11: 2).
Leitura bíblica diária: Jeremias 25: 1 - 14; Romanos 2: 1 - 8
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