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Mostrando postagens de agosto, 2026

Na verdade, falei do que não entendia; coisas maravilhosas demais para mim, coisas que eu não conhecia. Jó 42: 3

Somar números com mais casas Num tempo em que ainda não havia calculadoras e computadores, um pai contou o seguinte acontecimento: "Uma noite eu fazia uma conta de adição no papel, quando minha filhinha entrou no meu escritório. De manhã ela tinha acabado de praticar adições simples e agora queria me mostrar orgulhosa suas novas habilidades. Ela lançou um olhar para minhas colunas de números, pensou um pouco e disse então: 'Olha, papai, aqui você errou. Sete mais quatro dá onze, mas você escreveu só um um.' Evidentemente Charlotte até então só tinha aprendido adições simples sem transporte. Por isso eu não podia esperar que ela já entendesse o conceito de adição com várias casas. Então respondi com cuidado: 'Lotti, sua professora te explicou bem. Mas aqui entra ainda algo que é um pouco mais complicado. Você vai entender quando tiver aprendido.' A pequena se contentou com essa explicação. Ela confiava no pai." Exatamente assim pode acontecer conosco quando nos...

Então, Abraão tornou aos seus moços, e levantaram-se e foram juntos para Berseba; e Abraão habitou em Berseba. Gênesis 22: 19

Comunhão com o Pai e com o Filho Nosso verso é precedido pelo impressionante acontecimento na terra de Moriá: ali Abraão deveria sacrificar seu amado filho Isaque em um dos montes. Mas, afinal, Isaque não precisou morrer — Abraão encontrou um animal que foi sacrificado em seu lugar. O que aconteceu há mais de 4.000 anos em Moriá ilustra de forma comovente como Deus deu seu Filho unigênito e foi com Ele até a cruz do Gólgota. A Ele, porém, Deus não pôde poupar; Jesus Cristo teve de morrer por pecadores perdidos.  Depois que o animal foi sacrificado no lugar de Isaque, Abraão voltou com seu filho aos dois servos. Eles haviam ficado ao pé do monte e não tinham visto o que acontecera lá em cima. Agora todos foram juntos para Berseba. Será que Abraão e Isaque lhes contaram no caminho de volta o que havia acontecido no monte? Não sabemos. Mas uma coisa eles devem ter experimentado: a íntima comunhão e amor entre pai e filho. Essa comunhão já é enfatizada duas vezes na ida: "foram ambos ...

Assim está escrito que o Cristo havia de padecer e ressuscitar dentre os mortos no terceiro dia e que em seu nome se pregasse arrependimento para remissão de pecados a todas as nações, começando de Jerusalém. Lucas 24: 46, 47

Começando por Jerusalém Pouco antes de sua ascensão, o Senhor disse que o evangelho deveria ser pregado em todo o mundo, e isso "começando por Jerusalém". Mas por que justamente Jerusalém? Betânia não seria um ponto de partida muito mais óbvio para a proclamação? Afinal, o Senhor levaria os discípulos para lá pouco depois [v. 50], e de lá Ele subiria ao céu. A primeira resposta é evidente: o Senhor havia ordenado aos apóstolos que, após sua ascensão, esperassem em Jerusalém pelo Espírito Santo,"a promessa do Pai" [v. 49.52]. Mas na instrução do Senhor há evidentemente ainda uma intenção mais profunda. Pensemos apenas no que havia acontecido em Jerusalém: justamente Lucas descreve de forma impressionante como Jesus foi zombado e escarnecido, embora fosse completamente sem pecado, como o próprio Pilatos testificou várias vezes [cap. 23: 4, 14, 22]. E, no entanto, foi justamente essa cidade sobre a qual o Senhor outrora lamentou: "Jerusalém, Jerusalém, que matas o...

O que também aprendestes, e recebestes, e ouvistes, e vistes em mim, isso fazei; e o Deus de paz será convosco. Filipenses 4: 9

A paz de Deus e o Deus da paz Quando agimos em obediência à Palavra de Deus, há sempre grande bênção sobre isso. O versículo de hoje nos promete como recompensa que "o Deus da paz" estará conosco quando agirmos como a Bíblia nos ensina. O resultado: experimentamos paz interior, descanso e segurança. Mas ainda muito mais maravilhoso é que o próprio Deus da paz estará conosco. E isso traz verdadeira felicidade e profunda alegria. Poucos versículos antes, Paulo escreve aos filipenses que "a paz de Deus" guardará seus corações e seus pensamentos em Cristo Jesus, quando eles levarem todos os seus pedidos com confiança e com ações de graças diante de Deus [v.6-7]. Essa promessa é incondicional — não precisamos e nem podemos contribuir com nada para isso, exceto que nosso coração seja sincero diante de Deus e que depositemos nossa confiança nele. Mas, se queremos que "o Deus da paz" ande conosco, precisamos também viver de modo que "adornemos a doutrina de D...

Oferecei holocaustos por vós, e o meu servo Jó orará por vós ... Então, foram Elifaz, o temanita, e Bildade, o suíta, e Zofar, o naamatita, e fizeram como o SENHOR lhes dissera; e o SENHOR aceitou a face de Jó. Jó 42: 8, 9

Orai uns pelos outros! Este é um princípio importante que encontramos aqui: não devemos pensar apenas em nós mesmos na oração, mas também orar uns pelos outros! Deus exige aqui que os três amigos de Jó não ofereçam apenas um holocausto por si mesmos, mas também peçam a Jó que interceda por eles. Somente quando ele orasse por eles Deus perdoaria seus pecados — caso contrário Deus lhes faria “conforme a sua loucura” (v. 8). E assim acontece: Jó ora por seus amigos e Deus lhes perdoa. Que lição impressionante! Às vezes nossa vida espiritual — ou a de nossos parentes e amigos — empobrece. Será que isso acontece porque subestimamos a oração e não nos damos ao trabalho de orar uns pelos outros? É bonito ver que Jó aqui ora por seus amigos — sem amargura, sem nenhum vestígio de rancor, sem desejo de vingança pelo mal que sofreu. Ainda hoje é uma grande contradição ter recebido o perdão de Deus e experimentado o amor fraternal — e ao mesmo tempo se recusar a falar com outros e mostrar-se frio ...

Sabemos isto: que o nosso velho homem foi crucificado com ele.” Romanos 6:6

Crucificado com Ele Por meio da obra de redenção do Gólgota, nós, cristãos, não recebemos apenas o perdão dos nossos pecados. Ali, na cruz, também a nossa vida anterior como pecadores, “o nosso velho homem”, encontrou o seu fim. Cristo não morreu apenas “pelos nossos pecados”, mas nós também fomos “crucificados com Cristo” (1 Coríntios 15:3; Gálatas 2:19). Por isso devemos ser muito gratos! Pois se aos olhos de Deus ainda fôssemos os mesmos de antes, então — apesar do perdão — teríamos que viver constantemente inquietos por causa da nossa condição pecaminosa. Mas agora podemos saber que Deus nos vê como mortos, porque fomos crucificados com Cristo. “Crucificado” é uma formulação radical; ela mostra quão fundamental é a mudança que experimentamos: “Se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (2 Coríntios 5:17). Na nossa vida de fé, porém, é justamente neste ponto que muitas vezes temos dificuldades. Pois experimentamos que ainda pec...

Porque não podemos deixar de falar do que temos visto e ouvido. Atos 4: 20

  Entre canibais Oscar Michelsen (1844-1936) foi um pioneiro missionário norueguês. Ele deixou sua terra natal para levar o evangelho aos moradores de um grupo de ilhas no Pacífico Sul — o que hoje é Vanuatu. Ele relatou: “Quando nosso navio se aproximou da ilha onde eu iria desembarcar, os nativos vieram correndo para a praia — armados até os dentes. O capitão do navio disse: ‘Sr. Michelsen, não posso assumir a responsabilidade de deixá-lo desarmado em um lugar como esse’. Eu respondi: ‘Mas, capitão, foi por causa dessas pessoas que deixei minha casa e meus amigos! Se um de seus marinheiros estiver disposto a me levar voluntariamente até a margem, então eu irei!’ O capitão concordou e um barco foi lançado ao mar. Enquanto eu estava na proa e nos aproximávamos dos canibais, eu segurava em minhas mãos a Palavra de Deus aberta. Quando viram que eu não estava armado, permitiram que eu desembarcasse. O bote e o navio foram embora — mas Deus e a sua Palavra permaneceram. Michelsen apren...
  E eis que, no mesmo dia, iam dois deles para uma aldeia que distava de Jerusalém sessenta estádios, cujo nome era Emaús. E, na mesma hora, levantando-se, voltaram para Jerusalém. Lucas 24: 13, 33 Aqui estão dois discípulos que tinham vivido os últimos dias em Jerusalém e agora estão a caminho de casa. Pensativos, decepcionados, abatidos. Mas também cheios de perguntas, pois o túmulo está vazio. Anjos disseram que Jesus vive. Mas quem pode crer nisso ou até mesmo entender? Eles, pelo menos, ainda não. Mas o Senhor não deixa eles irem embora assim, pois Ele quer trazê-los de volta ao grupo dos discípulos. E assim Ele vai atrás deles, fala com eles, pergunta, escuta com paciência. E por fim lhes explica “o que dele se achava em todas as Escrituras” (v. 27). Quanto esforço o Senhor faz para alcançar esses dois! Porque Ele não quer que eles apenas ouçam falar da sua ressurreição. Ele quer que eles a compreendam — com a mente, mas também com o coração. E que vejam com os próprios olhos...

Eis que nós subimos a Jerusalém, e o Filho do Homem será entregue aos príncipes dos sacerdotes e aos escribas, e o condenarão à morte, e o entregarão aos gentios, e o escarnecerão, e açoitarão, e cuspirão nele, e o matarão; mas, ao terceiro dia, ressuscitará. Marcos 10: 33 - 34

Um anúncio dos sofrimentos Já faz mais de três anos que o Senhor Jesus está com seus discípulos. Eles vão de lugar em lugar por Israel. Nesse tempo eles percebem que o seu ministério não está sendo aceito e que o ódio dos líderes do povo está aumentando. Por isso os discípulos ficam com medo quando o Senhor os leva novamente para Jerusalém. O próprio Senhor, porém, permanece completamente calmo. Ele descreve aos discípulos os acontecimentos que eles deveriam esperar nos próximos dias: Ele seria preso e levado a julgamento pelos principais sacerdotes e escribas. O processo terminaria com uma sentença de morte. Em seguida Ele seria entregue à jurisdição romana. Ali seria zombado e maltratado, até chegar a uma terrível flagelação e à crucificação. Mas o Senhor não se limita a anunciar apenas a sua morte. Logo em seguida Ele também prediz a sua ressurreição. Sim, a sua morte não seria o fim, mas seria necessária para que Ele pudesse executar o plano de salvação de Deus para nós. Os discípu...

Eu sou a voz do que clama no deserto. João 1: 23

O que tem a noiva é o noivo; o amigo do noivo que está presente e o ouve muito se regozija por causa da voz do noivo. João 3: 29 João Batista “pregava o batismo do arrependimento para perdão dos pecados” (Lucas 3: 3). E Deus colocou sua bênção sobre isso: muitas pessoas se arrependeram e confessaram isso publicamente através do batismo no Jordão. Esses resultados impressionantes fizeram João chamar a atenção dos fariseus, e eles enviaram mensageiros até ele para perguntar quem ele era. As respostas desse pregador fiel mostram de forma exemplar a atitude humilde de um verdadeiro servo de Deus. Ele rejeita toda pergunta feita a respeito da sua pessoa (João 1: 19 - 22) e confessa por fim que não é nada além da voz de alguém maior. A pessoa do pregador fica em segundo plano; toda a atenção deve estar no conteúdo da sua pregação: o próprio Cristo. Vez após vez João aponta para “o que havia de vir”, para “o Cordeiro de Deus”. Esse era o seu chamado da parte de Deus e o desejo do seu coração....

E disse-lhes: Que aconselhais vós que respondamos a este povo, que me falou...? 1 Reis 12: 9

  De quem você busca conselho? O reinado do rei Salomão havia chegado ao fim. Agora o seu filho Roboão deveria subir ao trono em Siquém. Mas logo no início do seu governo Roboão enfrentou um grande desafio: o povo começou a murmurar. Olhando para o governo de Salomão, muitos achavam o trabalho forçado imposto pesado demais. Eles pediram ao novo rei alívio. Roboão se viu diante de uma decisão difícil. Primeiro ele buscou o conselho dos homens mais velhos que tinham servido ao seu pai, e depois o conselho dos jovens com quem havia crescido. Por fim, infelizmente, seguiu o conselho dos jovens e decidiu aumentar ainda mais a carga sobre o povo.  Dessa história podemos aprender: Os mais velhos aconselharam o rei a servir o povo e a diminuir a carga (v. 7). Infelizmente Roboão não estava disposto a isso. Mas quem quer liderar e guiar o povo de Deus precisa estar disposto a servir (Marcos 9: 35). Roboão seguiu o conselho dos jovens : colocou ainda mais peso sobre o povo, para assim ...

Levantai os vossos olhos e vede as terras, que já estão brancas para a ceifa. João 4: 35

  Já é tempo de colheita! Nos campos deste mundo há muito o que fazer! Isso foi o que o próprio Jesus Cristo, “o Senhor da seara”, disse (Mateus 9:37-38). E, como sempre, Ele deu o melhor exemplo aos seus discípulos. Todos os dias servia a Deus com dedicação total. Certo dia “era-lhe necessário passar por Samaria” (v. 4). Para Ele isso era certo. Não podia adiar, se quisesse encontrar aquela mulher “por volta da hora sexta” no poço de Sicar. Essa mulher, a quem Ele podia levar a graça de Deus, fazia parte dessa “colheita”, era um “fruto para a vida eterna” (v. 6, 36). Foi, portanto, um dia de colheita cansativo para o Senhor Jesus. Por isso suas palavras aos discípulos devem ter sido ainda mais enfáticas: “Não dizeis vós: Ainda há quatro meses até que venha a ceifa?” (v. 35). Ele se referia ao trigo dos campos pelos quais eles tinham passado na viagem. Dava para ver claramente que ainda faltava um tempo até a colheita. Ou seja: humanamente falando, não havia pressa. Mas o Senhor di...

Porque a criação ficou sujeita à vaidade. Romanos 8: 20

  Por que Deus permite isso? Certa noite, Mareike, uma jovem estudante crente, estava levando uma irmã mais velha para casa de carro, quando de repente ouviu-se um barulho alto de metal: ela não viu um murinho pequeno que avançava para o retorno. Foi apenas um dano na lataria, mas o conserto custou várias centenas de euros — fora toda a dor de cabeça burocrática! “Por que esse prejuízo?”, Mareike se perguntava. Ela poderia ter usado esse dinheiro de forma muito mais útil. Deus não poderia ter evitado o acidente? Ela tinha pedido a Ele proteção. De vez em quando acontecem conosco esses imprevistos — às vezes pequenos, com consequências mínimas; outras vezes mais sérios, com grandes prejuízos financeiros ou de saúde. Por que Deus permite coisas assim? É claro que não existe uma resposta geral para tudo. E muitas vezes aqui na terra não encontraremos resposta alguma. Mesmo assim podemos aprender algo com essas experiências. Primeiro, elas nos lembram de como tudo o que é terreno é pas...

Não faleis mal uns dos outros. Tiago 4: 11

  Língua maligna / Fofoca Quando os crentes falam mal uns dos outros, isso gera desunião e sofrimento e prejudica a obra do Senhor. A língua maligna é um pecado sério diante de Deus. John e Charles Wesley, dois pregadores conhecidos do século 18, concordaram com alguns outros cristãos em evitar de forma consistente toda forma de língua maligna. Eles decidiram seguir as seguintes regras: Combinamos que: não daremos ouvidos a nenhuma língua maligna sobre um de nós, nem a seguiremos; não acreditaremos precipitadamente em um mau boato sobre um de nós; comunicaremos a língua maligna o mais rápido possível à própria pessoa envolvida, de forma verbal ou por escrito; enquanto isso não for feito, não repassaremos nem uma palavra disso, verbalmente ou por escrito, a outra pessoa; não mencionaremos o boato a mais ninguém — mesmo depois de termos comunicado à pessoa envolvida; não faremos exceção a essas regras, a menos que nos sintamos absolutamente obrigados em nossa consciência. Enquanto es...

Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes. E Deus escolheu as coisas vis deste mundo, e as desprezíveis, e as que não são para aniquilar as que são; para que nenhuma carne se glorie perante ele. 1 Coríntios 1: 27 - 29

  Instrumentos fracos Pessoas sem Deus pensam que coisas grandes só podem ser alcançadas por meios grandiosos. Mas Deus pensa diferente. Ele gosta especialmente de usar pessoas pequenas, fracas e sem destaque, para que fique claro que foi Deus quem agiu, não o homem. Ele diz: “A minha glória, pois, a outrem não darei” (Isaías 42: 8).   Que pessoas Deus usou na Bíblia, e como elas se viam? Moisés, o líder do povo de Israel, não se considerava “homem eloqüente ” (Êxodo 4: 10). Sangar derrotou 600 filisteus com uma arma aparentemente ridícula: uma aguilhada de bois (Juízes 3: 31). Gideão se sentia totalmente incapaz de ser comandante do exército: “A minha família é a mais pobre em Manassés, e eu, o menor na casa de meu pai.” Deus só deixou com ele 300 homens, com os quais Gideão venceu os midianitas (Juízes 6: 15; 7: 7). Amós, o profeta, não tinha sido discípulo de profetas, mas era boieiro e cultivador de sicômoros (Amós 7: 14). Pedro e João, os discípulos do Senhor, eram...

E seguia-o grande multidão de povo e de mulheres, as quais batiam nos peitos e o lamentavam. Lucas 23: 27

  Compaixão ou Amor? Era uma visão terrível quando Jesus foi conduzido ao local da execução: na sua cabeça a coroa de espinhos que doía, exausto por tantos interrogatórios, marcado por golpes e ferido pelos açoites — assim Ele ia, cercado por uma multidão zombadora, em direção à cruz. Todos sabiam o que o esperava ali: um dos modos de morrer mais dolorosos que os homens inventaram. É compreensível que algumas mulheres demonstrassem compaixão por Jesus, seguindo atrás dEle lamentando e chorando. E como a compaixão é, em princípio, uma boa qualidade, não vamos condenar essas mulheres. Mas a simples compaixão por Cristo sofredor é pouco. Um outro grupo de mulheres, porém, nos mostra amor e devoção: mulheres da Galileia, que já tinham seguido Jesus fielmente durante a sua vida e o servido com os seus bens (Lucas 8: 3). Mais tarde elas ficam junto à cruz e participam do seu sofrimento. O que nos move quando refletimos sobre os sofrimentos de Cristo? São os acontecimentos dramáticos ao r...

Para sempre, ó SENHOR, a tua palavra permanece no céu. Salmo 119:89

  A Palavra de Deus é imutável Tanto no Antigo quanto no Novo Testamento é enfatizado várias vezes que as afirmações da Bíblia têm validade atemporal. Assim, o Senhor Jesus diz, por exemplo, a respeito da lei que Deus deu ao seu povo terreno Israel: “Até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei” (Mateus 5:18). Na nossa sociedade estamos acostumados a que as leis do Estado mudem com frequência. Conforme a necessidade ou sob influência de correntes políticas e sociais, elas são adaptadas. Os pensamentos de Deus, porém, permanecem imutáveis, porque os seus princípios morais nunca mudam. A responsabilidade do homem de se orientar pelo padrão de Deus continuará existindo enquanto existirem o céu e a terra — e até além disso! Pois o Senhor amplia a sua afirmação: “O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar” (Mateus 24: 35). Como o Senhor Jesus é o eterno Filho de Deus, a sua palavra permanece para sempre. Quão gratos podemos ser por essa...

Mas, pela graça de Deus, sou o que sou; e a sua graça para comigo não foi vã. 1 Coríntios 15:10

Pela graça de Deus Quando Paulo escreveu aos coríntios, ele já era conhecido por muitos cristãos como um apóstolo e mestre de destaque — por causa das suas viagens missionárias e das cartas inspiradas por Deus. No lugar dele, nós provavelmente teríamos enfatizado isso para dar mais peso às nossas palavras. Mas Paulo não fez isso. Ele não queria ser visto como “Primus inter Pares” (“o primeiro entre iguais”) — pelo contrário: ele se chamava de “o menor dos apóstolos” (v. 9), porque antes da sua conversão ele tinha perseguido “em demasia” a igreja de Deus — e com isso o próprio Senhor (cf. Gálatas 1: 13). Essa consciência o mantinha humilde. Assim Paulo sempre ligava o seu chamado como apóstolo à graça de Deus. Pois somente por essa graça ele era o que era: Pela graça ele, que era “o principal dos pecadores” (1 Timóteo 1:15), foi salvo. Pela graça Cristo ganhou em seu coração uma importância tão grande, que ele passou a considerar todas as realizações da sua vida anterior como “esterco” ...

Porque a graça de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos os homens, ensinando-nos que, renunciando à impiedade e às concupiscências mundanas, vivamos neste presente século sóbria, justa e piamente. Tito 2: 11 - 12

  Sob bandeira falsa Muitos navios mercantes navegam sob bandeira de outro país. Também na frota mercante alemã a maioria dos navios está “bandeirada” e navega sob as bandeiras dos chamados “países de bandeira barata”, como Panamá, Libéria ou Bahamas. Por trás disso há, na maioria das vezes, motivos econômicos: custos de pessoal mais baixos, impostos menores e a possibilidade de contornar algumas normas e fiscalizações.  Esse exemplo leva à reflexão, pois também os cristãos podem “navegar sob bandeira falsa”. Todo aquele que crê no Senhor Jesus Cristo e O confessa (Romanos 10:10) de certa forma “hasteou a bandeira”. Paulo usa uma imagem notável para isso na carta aos Gálatas: “todos quantos fostes batizados em Cristo, de Cristo vos revestistes” (Gálatas 3:27). “Revestidos de Cristo” — isso significa que Ele deve se tornar visível na nossa vida. Ele é a bandeira no navio da vida do crente. Mas com que facilidade o nosso estilo de vida pode tomar uma direção totalmente diferente...