Naamã
Naamã poderia ter pulado de alegria! Pouco antes ele ainda era leproso, estava mortalmente doente; agora estava curado — um homem novo. Agradecido, voltou ao profeta Eliseu, que lhe havia mostrado o caminho para a cura. Os deuses anteriores de Naamã tinham sido impotentes, não puderam ajudá-lo. Foi somente por meio de Eliseu que o verdadeiro Deus falou com ele e lhe concedeu cura. E isso totalmente de graça, sem nenhuma contrapartida.
Da mesma forma o pecador é “justificado gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus; a quem Deus propôs como propiciação, pela fé, no seu sangue” (Romanos 3: 24, 25). Antes de o curado Naamã voltar para sua terra, na Síria, ele ainda fez um pedido estranho a Eliseu: Queria muito levar consigo uma carga de terra da carga de duas mulas! O que havia por trás desse desejo? Pela graça de Deus ele havia se tornado um “homem novo”. Por gratidão, portanto, ele queria levar “um pedaço de Israel” para sua terra e, nesse “novo solo”, adorar ao SENHOR, o Deus de Israel, e oferecer-Lhe sacrifícios.
Acaso Naamã não nos dá com isso um sermão? Não deveria ser também o nosso desejo adorar a Deus? Quem foi salvo pela graça está de fato sobre um “solo totalmente novo”, sobre um novo fundamento: Ele pode chamar de Pai o grande Deus, a quem antes precisava temer por causa do seu pecado. E como filho de Deus ele está em condição de adorá-Lo “em espírito e em verdade” — assim como Deus se revelou a nós em seu amado Filho (João 4: 23).
Por isso deveria ser um desejo do coração de todo cristão oferecer “sacrifícios espirituais”, dizendo a Deus em louvor e adoração o quão glorioso Ele é e quão maravilhoso é o seu Filho (1 Pedro 2: 5).
Leitura bíblica diária
📖Josué 11: 1 - 11
📖1 Coríntios 10: 1 - 13
Nenhum comentário:
Postar um comentário