Esses três homens se encontravam em uma situação extremamente complicada: eles deveriam se prostrar diante da imagem do rei Nabucodonosor, caso contrário, seriam condenados à morte. Como teria sido fácil para eles dizerem: “O rei está decidido. Deus sabe que não o fazemos por convicção, mas é melhor nos curvarmos”. Mas eles não falaram assim. Tomaram a corajosa decisão de não se prostrarem diante da imagem, mesmo que isso lhes custasse tudo.
E quanto tiveram que sofrer por isso! O rei irado mandou jogá-los numa fornalha ardente, mas, no meio das chamas, o próprio Deus veio até eles e os salvou de maneira milagrosa.
Imaginemos que tivéssemos perguntado a eles depois: “Vocês teriam preferido que Deus impedisse o rei de jogá-los na fornalha? Ou foi mais valioso experimentar a presença de Deus de forma tão real na fornalha?” O que eles teriam respondido? Sem dúvida: “Preferiríamos novamente o caminho que Deus escolheu para nós! Nunca experimentamos algo assim. Nosso Deus estava diretamente conosco! A experiência mais bonita que já tivemos!”
Não é isso uma lição para nós? Há situações em que precisamos tomar decisões. Para evitar dificuldades, às vezes tendemos a fazer concessões inadequadas. É melhor permanecer firme e mostrar nossa posição — mesmo que isso traga desvantagens.
E, assim como os homens na fornalha, também nós teremos a experiência avassaladora de que Deus, o “Pai das misericórdias”, está conosco. Ele nos encorajará em meio às dificuldades — Ele, o “Deus de toda consolação” (2 Coríntios 1:3).
Leitura bíblica diária: Êxodo 24: 1 - 18; Lucas 9: 28 - 36
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