Inferno
Ninguém gosta de falar sobre o inferno, o destino eterno dos perdidos. No entanto, o Senhor Jesus considera importante chamar a atenção para essa terrível realidade. Por isso, em seus discursos no Evangelho de Mateus, encontramos seis vezes a expressão: “Ali haverá choro e ranger de dentes.”
A partir dessas palavras, aprendemos algumas características essenciais do inferno: ele existirá para sempre e ninguém poderá sair de lá. Não haverá qualquer liberdade de movimento — a própria condição não poderá ser mudada. Reinará uma escuridão absoluta, sem o menor lampejo de luz. O inferno é um lugar de eterna separação de Deus; nunca mais se experimentará algo da bondade do seu ser. Também não haverá contato verdadeiro com outras pessoas — a solidão eterna será o destino daqueles que estiverem ali.
Entretanto, cada pessoa no inferno saberá que está ali com justiça, porque rejeitou durante sua vida a oferta da graça de Deus. Isso levará a terríveis e intermináveis acusações contra si mesma. Além disso, o inferno é um lugar de medo constante, onde o “choro” não tem fim. Também os sofrimentos e a angústia, expressos pelo “ranger de dentes”, jamais cessarão. Certamente essa descrição não é completa — a realidade será pior do que podemos imaginar.
É impressionante que o Senhor Jesus tenha dito: “Larga é a porta, e espaçoso, o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela” (Mateus 7:13). Contudo, Ele continua convidando cada pessoa a voltar-se para Ele e entrar na vida eterna. Para isso, deseja usar também os que creem nele: advertamos os nossos semelhantes e mostremos-lhes o caminho pelo qual podem ser salvos da condenação eterna.
Leitura bíblica diária:
📖 Levítico 8:22–36
📖 Salmo 55:9–16
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