A sociedade das flores de corte
Em 1944, um professor da Universidade de Stanford fez a seguinte comparação:
"O grande perigo de nosso tempo é que pertencemos a uma sociedade de flores de corte. Por mais belas que sejam as flores de corte e por mais engenhoso que seja nosso esforço para mantê-las frescas por algum tempo, elas precisam morrer. Elas morrem porque são separadas de suas raízes nutritivas". E então vem o ponto de comparação: "Tentamos preservar a dignidade do indivíduo, desvinculada da profunda crença de que todo ser humano é criado à imagem de Deus e, portanto, é valioso aos olhos de Deus."
Essa comparação de 1944 é particularmente adequada quando se considera a extensão em que os estados totalitários violavam a dignidade humana na época. Mas, além disso, muitos estados liberais também têm se transformado cada vez mais em sociedades de flores cortadas nas últimas décadas.
A fé no Criador e a responsabilidade que temos para com Ele são amplamente consideradas ultrapassadas. - Mas que dignidade os seres humanos ainda têm e o que os distingue dos animais se não se supõe mais que eles sejam a imagem de Deus?
A sociedade pós-cristã abandonou a única base que pode garantir a dignidade inviolável do homem. Isso pode ser visto, por exemplo, na falta de proteção à vida humana não nascida ou na discussão sobre a eutanásia ativa.
"Eu sou a videira, vós, as varas; quem está em mim, e eu nele, este dá muito fruto, porque sem mim nada podereis fazer. 6 Se alguém não estiver em mim, será lançado fora, como a vara, e secará." João 15: 5, 6
Leitura diária da Bíblia: 1 Reis 6: 23 - 38; João 6: 1 - 15
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