quarta-feira, 29 de maio de 2013

ACERTANDO AS CONTAS DA MANEIRA CORRETA


Bem-aventurado aquele cuja transgressão é perdoada, e cujo pecado é coberto.
O que encobre suas transgressões nunca prosperará
(Salmo 32:1; Provérbios 28:13).

ACERTANDO AS CONTAS DA MANEIRA CORRETA

Há muitas interpretações erradas sobre confissão e perdão. Certa vez estava ensinando um grupo de prisioneiros o que a Bíblia ensina sobre dizer a verdade ao juiz e ao júri. Um olhar preocupado surgiu no rosto de um deles, que perguntou: “Mas Deus não perdoa?”. Ele acreditava que poderia mentir ao juiz, conseguir a liberdade e depois acertar as contas pedindo a Deus que o perdoasse! E não é só ele que pensa assim!
Este mesmo prisioneiro reclamou: “Eu confessei o meu crime ao Senhor, por que Ele não me tira daqui?” Embora confessemos nosso pecado e sejamos restaurados pelo Senhor, as consequências do que fizemos permanecem – às vezes – até o fim de nossa vida. Por exemplo, um crente que, por desobediência voluntária, se casa com um incrédulo (2 Coríntios 6:14) tem de viver com os resultados dessa desobediência para o resto da vida! Deus nos perdoa e restaura nossa comunhão com Ele mesmo, porém, Sua Palavra continua valendo: “Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará” (Gálatas 6:7).
E por mais que não gostemos, é preciso confessar também àqueles contra quem pecamos. É muito mais fácil confessar a Deus, pois Sua reação é de graça pura! No entanto, o Senhor nos ensina a importância de acertarmos as contas com os que foram prejudicados por nós (Mateus 5:23-25).
O pecado ergue barreiras altíssimas entre nós e Deus e entre nós e os outros. Quando confessamos, arrependidos, as barreiras podem ser removidas e a comunhão retomada.

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