quarta-feira, 1 de agosto de 2012

FUGINDO DA OBEDIÊNCIA


E veio a palavra do Senhor a Jonas, filho de Amitai, dizendo: Levanta-te, vai à grande cidade de Nínive, e clama contra ela, porque a sua malícia subiu até à minha presença. Porém, Jonas se levantou para fugir da presença do Senhor para Társis. E descendo a Jope, achou um navio que ia para Társis; pagou, pois, a sua passagem, e desceu para dentro dele, para ir com eles para Társis
(Jonas 1:1-3).

FUGINDO DA OBEDIÊNCIA

No início dessa história não nos é dito que Jonas era profeta. Mas a ele havia sido dada a responsabilidade de profeta, quando Deus lhe disse para ir a Nínive e testemunhar contra a impiedade daquele povo. Quando Deus fala a um servo Seu, este certamente deveria estar pronto a obedecer de imediato. Porém, Jonas resolveu que não iria obedecer. Não ficou onde estava; teve a estranha idéia de ir para o mais longe possível a fim de não obedecer. Será que não percebeu que isso não faria diferença para o Senhor? O Senhor não era capaz de achá-lo no navio ou em qualquer lugar da terra?
Por que ficou tão ansioso para fugir da responsabilidade? Ele mesmo responde tal pergunta no capítulo 4:1-2. Quando a grande cidade de Nínive se arrependeu por intermédio de sua pregação, “ele ficou irado. E orou ao Senhor, e disse: Ah! Senhor! Não foi esta minha palavra, estando ainda na minha terra? Por isso é que me preveni, fugindo para Társis, pois sabia que és Deus compassivo e misericordioso, longânimo e grande em benignidade, e que te arrependes do mal”. Evidentemente Jonas esperava que Nínive fosse destruída, ao invés de ser poupada. Preocupava-se mais com sua reputação do que com os perdidos, destinados ao inferno. Chegou a pedir que sua vida fosse tirada, afirmando que era melhor morrer que viver. Não parou nem um momento para refletir que sua pregação tivera um resultado maravilhoso, a ponto da cidade inteira ter se voltado para o Senhor!
Mas se nós mesmos buscarmos ao Senhor por motivos egoístas, também ficaremos desapontados e miseráveis.

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