A base da preservação
Muitos leitores da Bíblia conhecem este versículo notável; e pais crentes sempre o recomendaram aos seus filhos adolescentes, pois os jovens estão expostos a muitas influências malignas em um mundo sem Deus.
A preservação tem dois lados: por um lado, o lado de Deus, que pode nos preservar porque Ele tem todo o poder. Judas escreve que Deus pode nos preservar “sem tropeçar” (Judas 24). Por isso, pedimos a Deus que nos preserve. Mas há também o outro lado, o nosso lado, o lado da nossa responsabilidade. Somos exortados a nos preservar – e é disso que se trata aqui: o jovem deve “preservar-se”, ou seja, viver com cuidado e vigilância.
Mesmo ao fiel Timóteo, “do qual davam bom testemunho” (Atos 16: 2), foi dito, diante dos pecados dos outros: “Conserva-te a ti mesmo puro” (1 Timóteo 5: 22) . A advertência vale, portanto, também para aqueles com “bom testemunho” e não apenas para os “vulneráveis”. Ela vale para todos — inclusive para os fiéis.
Preservar-se “segundo a palavra de Deus” pressupõe conhecer e valorizar a palavra, para que ela molde o coração. Assim, nossos valores, nosso pensamento e nossas ações são moldados por Deus. Nossos sentimentos e afetos também são imperceptivelmente guiados pela verdade da Bíblia. Isso protege os jovens cristãos de que seus pensamentos e sentimentos tomem um rumo errado, por exemplo, em relação ao namoro e ao casamento.
Além disso, a Palavra de Deus, por meio do Espírito Santo, desenvolve um poder que nos capacita a vivê-la no dia a dia. E quando nos desviamos e nos contaminamos, encontramos purificação e renovação na Palavra de Deus (Efésios 5: 25, 26).
Leitura bíblica diária: Êxodo 30: 17 - 38; Lucas 12: 49 - 59
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