Perfeitamente criados
Quando Deus criou os corpos celestes, Ele lhes deu uma extensa “instrução de trabalho”:
* Eles devem separar “o dia da noite”. “Deus fez as duas grandes luzes: a grande luz para governar o dia, e a pequena luz para governar a noite — e as estrelas” (v. 16). O sol, a lua e as estrelas estruturam nosso “dia de 24 horas” e dão ordem ao ritmo natural da vida.
* Eles devem ser “sinais”. Os corpos celestes não são apenas úteis, mas também de beleza sublime. Eles são concebidos como símbolos, monumentos e sinais milagrosos para admirar, glorificar e louvar o Deus criador.
* Eles devem servir para “determinar épocas, dias e anos”. Já as culturas mais antigas desenvolveram calendários com base nisso — muitas vezes para planejar a agricultura. Assim, por exemplo, os antigos egípcios calculavam, com base nos astros, a data mais precoce possível para a cheia anual do Nilo. Os “especialistas” da época eram muito respeitados.
* Eles devem “iluminar a Terra”. Uma vida sem corpos celestes é impensável. Precisamos de sua luz e seu calor. Antigamente, as pessoas também precisavam deles para se orientar. Lucas descreve uma cena dramática durante a viagem de barco para Roma: uma tempestade se abate, durante dias não se vê nem o sol nem as estrelas — e toda esperança de salvação parece perdida, pois falta orientação (Atos 27:20).
“Deus disse” e “assim foi” — “e Deus viu que era bom” (v. 15.18). Impressionante e grandioso!
Leitura bíblica diária: Êxodo 32: 1 - 11; Lucas 13: 18 - 21
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