segunda-feira, 18 de novembro de 2013

A OFERTA DE PAZ (2)


Porém, se alguma pessoa comer a carne do sacrifício pacífico, que é do SENHOR, tendo ela sobre si a sua imundícia, aquela pessoa será extirpada do seu povo
(Levítico 7:20).

A OFERTA DE PAZ (2)

A oferta de paz significa a comunhão do adorador com Deus. Aqui o ofertante come do sacrifício que pertence ao Senhor. Portanto, para um israelita, era uma questão muito séria estar com qualquer tipo de impureza neste momento, pois traria profanação à presença de Deus!
Essa é uma lição para os redimidos: se quiserem ter comunhão com o sacrifício de Cristo na ceia do Senhor, eles têm de se guardar de qualquer forma de mal. Em Israel quem não se encaixasse nos requisitos da lei no tocante à pureza, incluindo comer da carne do sacrifício de paz, era “extirpado do povo”.
Um cristão que participa da mesa do Senhor ocultando pecados se expõe ao julgamento de Deus. Alem disso, se não se submete a uma auto-análise, condenando o mal que estiver em si, pode ser excluído da comunhão. “Tirai, pois, dentre vós a esse iníquo” (1 Coríntios 5:13). Se isso não acontece, toda a congregação se abre à disciplina divina.
Em Corinto, muitos participavam da ceia de maneira indigna, portanto, Paulo declarou em sua primeira epístola que “por causa disto há entre vós muitos fracos e doentes, e muitos que dormem”[ou seja, morreram] (11:30). É mais que necessário para o adorador examinar a si mesmo diante da ceia do Senhor - e não apenas só ali – para verificar se sua vida se alinha com os ensinos bíblicos. “Se nós nos julgássemos a nós mesmos, não seríamos julgados” (v. 31). Viver em pecados, pelos quais Cristo sofreu e morreu, e ainda participar da ceia do Senhor como se tudo estivesse em ordem é provocar Deus!

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