terça-feira, 13 de janeiro de 2026

E Daniel assentou no seu coração não se contaminar... Ora, deu Deus a Daniel graça e misericórdia diante do chefe dos eunucos. Daniel 1: 8, 9

A fidelidade de Daniel, a resposta de Deus

 

O início das duas passagens bíblicas chama a atenção: “E Daniel...” — “Ora, deu Deus...”, isso está relacionado! Nossa fidelidade a Deus — a fidelidade de Deus para conosco. Daniel vivia longe de sua terra natal — no exílio, na Babilônia. E, ainda assim, permaneceu fiel ao seu Deus. O significado de seu nome era o programa de sua vida: “Meu juiz é Deus”. E os detalhes de sua vida, relatados nas Escrituras, nos mostram: ele estava ciente de que tudo o que fazia acontecia diante dos olhos de Deus, sim, que sua vida era julgada por Deus. Essa consciência não causava medo, mas fidelidade.


Já quando jovem, Daniel conhecia os padrões de Deus. Ele sabia o que era puro ou impuro segundo a lei judaica — resultado de uma educação temente a Deus, mas também um sinal de que ele conhecia a Palavra de Deus. Pois como alguém pode viver de acordo com a vontade de Deus se tem apenas uma ideia vaga dessa vontade, se não conhece a Palavra de Deus?


Mas o conhecimento por si só não é suficiente. O coração de Daniel também era consagrado a Deus. Foi lá que ele tomou a decisão de ser fiel a Deus: “Daniel assentou no seu coração não se contaminar”. O mesmo se aplica hoje: a mente pode compreender a verdade de Deus — mas o coração deve ser o fator decisivo. Somente quando o coração pertence a Deus é que a vida também será consagrada a Ele.

 

A resposta à fidelidade de Daniel veio imediatamente: “Deu Deus a Daniel graça e misericórdia”. Daniel tinha um Deus que recompensava a fidelidade. — E nós temos o mesmo Deus!


“Saberás, pois, que o SENHOR, teu Deus, é Deus, o Deus fiel, que guarda o concerto e a misericórdia... aos que o amam e guardam os seus mandamentos” (Deuteronômio 7: 9).


Leitura bíblica diária: Êxodo 8: 21 - 28; Lucas 3: 15 - 22

Nenhum comentário:

Postar um comentário