domingo, 4 de janeiro de 2026

Reconhecimento diante da morte

 

Enquanto muitas pessoas zombavam de Jesus sob a cruz, um dos crucificados dirigiu-lhe palavras notáveis — palavras que devem ter alegrado extraordinariamente o Salvador moribundo.


À luz de Deus, o malfeitor reconheceu não apenas sua própria culpa, mas também a pureza imaculada daquele que estava ao seu lado. A fé o fez perceber quão grande era a diferença moral entre ele e o Senhor — embora, naquele momento, os olhos naturais não pudessem ver nenhuma diferença. Jesus estava crucificado como ele, como condenado, mas o malfeitor viu nele alguém totalmente inocente. “Mas este nenhum mal fez”. Essas palavras vão além dos testemunhos de Judas, Pilatos e todos os outros. Judas Iscariotes havia confessado que “entregou sangue inocente” (Mateus 27:4), e Pilatos declarou: “Não encontrei culpa alguma neste homem” (Lucas 23:14). Mas a declaração do malfeitor revelou ainda mais: suas palavras testemunham a perfeição moral do Senhor Jesus.


Então o malfeitor se voltou para Jesus com um pedido: “Senhor, lembra-te de mim, quando entrares no teu Reino!” (v. 42):


* Embora a glória de Jesus estivesse oculta por uma profunda humilhação, ele O reconheceu como o Senhor.

* Embora Jesus usasse uma coroa de espinhos, o malfeitor se dirigiu a Ele como o legítimo Rei do reino.

* Embora não houvesse como escapar da morte, ele acreditava na ressurreição e que o Senhor “viria em seu reino”.


Em pouco tempo, o Espírito de Deus provocou no malfeitor um reconhecimento surpreendente sobre a pessoa de Cristo! Ele falou como se já conhecesse o Senhor Jesus há muitos anos.


Leitura bíblica diária: Êxodo 3: 7 - 22; Lucas 1: 39 - 56

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